Debate sobre Direitos dos Consumidores no BarreiroPortugueses por razões históricas não estão muito habituados a reclamar
A Delegação Local da PLURICOOP no Lavradio realizou ontem, dia 17 de Março, no Auditório Teófilo Monte, um colóquio/debate no âmbito das comemorações do DIA MUNDIAL DOS DIREITOS DO CONSUMIDOR.
Clarice Moreira do Centro de Informação Autárquica ao Consumidor, da Câmara Municipal do Barreiro, frisou que «apesar de todos sermos consumidores não conhecemos os nossos direitos e os nossos deveres enquanto tal» explicando que «os portugueses, por razões históricas, não estão muito habituados a reclamar nem a procurar conhecer os seus direito».
Clarice Moreira do Centro de Informação Autárquica ao Consumidor, da Câmara Municipal do Barreiro, frisou que «apesar de todos sermos consumidores não conhecemos os nossos direitos e os nossos deveres enquanto tal» explicando que «os portugueses, por razões históricas, não estão muito habituados a reclamar nem a procurar conhecer os seus direito».

Por Jornal Rostos
«O tema da Defesa do Consumidor nem sempre tem sido bem divulgado e enquanto Associação de Consumidores a Cooperativa não podia deixar de assinalar este dia» referiu Noé Tempero coordenador desta Delegação como enquadramento a esta iniciativa e deixou o apelo «nós enquanto consumidores devemos estar interessados em conhecer os nossos Direitos e enquanto donos da Cooperativa devemos usar este espaço que é nosso como espaço de formação e de participação».
Cooperativas de Consumidores já fizeram história nesta matéria
Patrícia Gomes, coordenadora da área da Defesa dos Consumidores da FENACOOP – Federação Nacional das Cooperativas de Consumidores, sublinhou o papel das Cooperativas na Defesa dos Consumidores referindo que «as Cooperativas de Consumidores já fizeram história nesta matéria e nomeadamente em Portugal, porque elas nasceram como forma de reacção á falta de respostas, por parte de outros sectores, para as suas necessidades. Elas nasceram como forma organizada dos consumidores para protegerem os seus interesses económicos, sociais e culturais» e deu alguns exemplos «as cooperativas, para além do trabalho de representação dos Consumidores, têm desenvolvido acções concretas como a criação de um Gabinete de Apoio ao Sobreendividado que tem apoiado cidadãos em situações financeiras difíceis que em conjunto com o Gabinete de Apoio ao Consumidor – ambos da FENACOOP – prestam um serviço gratuito e de âmbito Nacional».
Patricia Gomes terminou a sua intervenção recordando que «as Cooperativas começam por ser uma associação que tem uma empresa e por isso tem responsabilidades para com a comunidade».
Portugueses não estão muito habituados a reclamar
Para falar deste tema esteve também Clarice Moreira do Centro de Informação Autárquica ao Consumidor que frisando que «apesar de todos sermos consumidores não conhecemos os nossos direitos e os nossos deveres enquanto tal» explicando que «os portugueses, por razões históricas, não estão muito habituados a reclamar nem a procurar conhecer os seus direito», deixando ainda o apelo a que os presentes passem a palavra já que enquanto cidadãos temos o dever de intervir e melhorar a sociedade.
Cidadão estejam alerta para os seus direitos e deveres
Depois destas exposições, que decorreram de um modo bastante informal, foi a vez da assistência colocart questões como dúvidas sobre as facturas da electricidade e os serviços a elas imputados, ou a prestação de serviços municipais. Estas últimas foram respondidas por Carlos Moreira Vereador da Câmara Municipal do Barreiro que manifestou ainda a preocupação do Executivo nas questões dos Direitos dos Consumidores, referindo, para tal a importância deste tipo de debates e de como é importante que os cidadão estejam alerta para os seus direitos e deveres para que possam estar mais defendidos.
RN
Cooperativas de Consumidores já fizeram história nesta matéria
Patrícia Gomes, coordenadora da área da Defesa dos Consumidores da FENACOOP – Federação Nacional das Cooperativas de Consumidores, sublinhou o papel das Cooperativas na Defesa dos Consumidores referindo que «as Cooperativas de Consumidores já fizeram história nesta matéria e nomeadamente em Portugal, porque elas nasceram como forma de reacção á falta de respostas, por parte de outros sectores, para as suas necessidades. Elas nasceram como forma organizada dos consumidores para protegerem os seus interesses económicos, sociais e culturais» e deu alguns exemplos «as cooperativas, para além do trabalho de representação dos Consumidores, têm desenvolvido acções concretas como a criação de um Gabinete de Apoio ao Sobreendividado que tem apoiado cidadãos em situações financeiras difíceis que em conjunto com o Gabinete de Apoio ao Consumidor – ambos da FENACOOP – prestam um serviço gratuito e de âmbito Nacional».
Patricia Gomes terminou a sua intervenção recordando que «as Cooperativas começam por ser uma associação que tem uma empresa e por isso tem responsabilidades para com a comunidade».
Portugueses não estão muito habituados a reclamar
Para falar deste tema esteve também Clarice Moreira do Centro de Informação Autárquica ao Consumidor que frisando que «apesar de todos sermos consumidores não conhecemos os nossos direitos e os nossos deveres enquanto tal» explicando que «os portugueses, por razões históricas, não estão muito habituados a reclamar nem a procurar conhecer os seus direito», deixando ainda o apelo a que os presentes passem a palavra já que enquanto cidadãos temos o dever de intervir e melhorar a sociedade.
Cidadão estejam alerta para os seus direitos e deveres
Depois destas exposições, que decorreram de um modo bastante informal, foi a vez da assistência colocart questões como dúvidas sobre as facturas da electricidade e os serviços a elas imputados, ou a prestação de serviços municipais. Estas últimas foram respondidas por Carlos Moreira Vereador da Câmara Municipal do Barreiro que manifestou ainda a preocupação do Executivo nas questões dos Direitos dos Consumidores, referindo, para tal a importância deste tipo de debates e de como é importante que os cidadão estejam alerta para os seus direitos e deveres para que possam estar mais defendidos.
RN















