EM ALMADAAlma Alentejana celebrou 14.º aniversário
Presente no encontro, o Governador Civil do Distrito de Setúbal, Manuel Malheiros, manifestou a sua honra em estar presente na cerimónia e satisfação por poder prestar o seu reconhecimento, em nome do Governo, à Alma Alentejana – Associação para o Desenvolvimento, Cooperação e Solidariedade Social.

Por Jornal Rostos
Manuel Malheiros destacou a importância da instituição, não só nos apoios que presta à comunidade, mas também “na ajuda que dá às outras organizações que querem preservar as tradições alentejanas e desenvolver trabalho na área social, junto da população idosa”. A esse propósito, o Governador Civil mencionou como exemplo o apoio que a Alma Alentejana prestou na constituição da Universidade Sénior de Alcácer, “que é, também, um centro de animação cultural no Litoral Alentejano”, disse.
Numa tarde animada pela poetisa Rosa Dias e pelo cantor Francisco Naia, acompanhado à guitarra por José Caria, não faltaram as “Cantadeiras” da Alma Alentejana, que levam para todo o País o nome da associação e em breve lançarão um novo CD.
A sessão ficou, também, marcada pela presença dos representantes das Juntas de Freguesia do Laranjeiro e da Cova da Piedade e de Manuel Burdugo, representante da Casa do Alentejo.
Desejando que a Alma Alentejana continue a sua obra e que mantenha a ligação ao Alentejo e à sua cultura, Manuel Burdugo referiu a grande consideração que a Casa do Alentejo tem pela associação, “porque faz uma obra social de enorme valor, mas não perde o traço dos alentejanos”, disse.
O Representante da Câmara Municipal do Seixal, José Manuel Oliveira, lembrou que tal como Almada, também o Seixal é “um concelho âncora da Alma Alentejana”. A instituição “é um movimento cultural que tem no Seixal muita importância” na “transmissão dos valores do Alentejo”, referiu.
O Vice-presidente da Câmara Municipal de Almada, José Gonçalves, também sócio fundador da associação, recordou a criação da instituição, referindo que nasceu da vontade de alguns alentejanos que “sentiram a necessidade de se organizarem e aprofundarem a relação com o Alentejo, mas também com a comunidade, os que aqui vivem e trabalham”.
A Alma Alentejana, de acordo com o autarca, “nasceu para fazer um grande trabalho de envolvimento de todos os alentejanos, estejam onde estiveram. E isso a Alma Alentejana tem conseguido nos seus 14 anos”, disse, referindo que há “razões para acreditar que o que aí vem há-de ser um percurso que orgulhará todos, porque os objectivos que estão em causa são de grande nobreza e as pessoas que os abraçaram são pessoas de grande generosidade”.













