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Movimentos

Encontro do Manifesto em Defesa da CulturaAção regional prevista para o final do mês de setembro em Almada

Decorreu no dia 12, quarta feira, o Encontro do Manifesto em Defesa da Cultura com dirigentes e ativistas associativos, dos concelhos de Setúbal e Palmela.
Dezena e meia de pessoas debateram os problemas que o movimento associativo enfrenta, em resultado das políticas gravosas, para a atividade das coletividades e associações que dirigem, impostas nos últimos anos.

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Encontro do Manifesto em Defesa da Cultura Ação regional prevista para o final do mês de setembro em Almada

Por Jornal Rostos

Decorreu no dia 12, quarta feira, o Encontro do Manifesto em Defesa da Cultura com dirigentes e ativistas associativos, dos concelhos de Setúbal e Palmela. Esta reunião, promovida conjuntamente pela Confederação nacional e pela Federação distrital das coletividades de cultura e recreio, bem como por ativistas locais daquele manifesto, realizou-se nas instalações da Associação de Bombeiros Voluntários de Setúbal. Dezena e meia de pessoas debateram os problemas que o movimento associativo enfrenta, em resultado das políticas gravosas, para a atividade das coletividades e associações que dirigem, impostas nos últimos anos. Situação que, na opinião generalizada dos participantes deste encontro, foi agravada pelas medidas de austeridade, do atual governo. Foi também consensual a adesão ao movimento criado em torno do Manifesto, que tem vindo a crescer através de núcleos locais, na região de Setúbal e por todo o país.

Foram traçados objetivos e prioridades das próximas ações a desenvolver, para a necessária divulgação do Manifesto, junto dos dirigentes associativos, dos dois concelhos vizinhos, bem como junto dos respetivos associados. Ficaram igualmente definidas diversas ações de apoio ao manifesto, nomeadamente na Semana Nacional em Defesa da Cultura, que decorre entre 24 e 30 de setembro, por todo o país. As coletividades terão, durante toda essa semana, um importante papel na dinamização de ações, procurando mostrar de forma inequívoca a relevância social, económica e política do associativismo popular. E a importância das atividades culturais e artísticas, bem como da Cultura, em geral, no desenvolvimento do país. Com esta iniciativa o manifesto e, deste modo, os cidadãos que o subscrevem e apoiam, pretendem afirmar a sua posição contra a tentativa de elitização da cultura, propondo medidas para que se atinja a plena democracia, a liberdade de expressão e de criação, assim como o direito das gerações vindouras à fruição livre do património edificado e imaterial das suas comunidades.

Todos os participantes deste encontro reafirmaram a necessidade de promover uma ação regional, prevista para o final do mês de setembro, em Almada.

MA

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