2.º Concurso de Fotografia «Olhares sobre o Património Ribeirinho» - MoitaJá são conhecidos os vencedores
Esta iniciativa contou com 28 participantes que submeteram 49 fotografias a concurso, um número que correspondeu às expectativas da organização.
Foram premiadas as seguintes fotografias: 1.º "Regresso a Casa", da autoria de Filipa Scarpa; 2.º "Sons do Rio", da autoria de António Pereira; 3.º "Serenidade do Tempo...", da autoria de João Ramos.

Por Jornal Rostos
Lançado em Julho pela Associação Naval Sarilhense (ANS), o 2.º Concurso de Fotografia “Olhares sobre o Património Ribeirinho” teve como mote “As Paisagens Ribeirinhas do Estuário do Tejo”. Nesta edição do concurso, os amantes da fotografia e do património ribeirinho do Estuário do Tejo foram desafiados a captar a multiplicidade de usos e funções deste estuário e suas margens, território onde o passado e o presente se tocam e misturam: as actividades agrícolas e piscatórias, as salinas, os estaleiros tradicionais, os usos industriais, as infra-estruturas de transporte, as actividades de recreio e lazer, os núcleos urbanos ribeirinhos consolidados, os espaços naturais povoados de vida (os sapais, os mouchões, os caniçais, as salinas…).
Esta iniciativa contou com 28 participantes que submeteram 49 fotografias a concurso, um número que correspondeu às expectativas da organização. Para Mário Pinto, Presidente da Direcção da ANS, “a participação assinalável mostrou, mais uma vez, o interesse que o nosso património ribeirinho desperta nas pessoas, de Norte a Sul do país. Por outro lado, revelou também a importância de iniciativas desta natureza como instrumentos de sensibilização cultural e ambiental da comunidade”.
Quanto aos resultados do Concurso, deliberou o Júri (constituído por representantes da ANS, Câmara Municipal da Moita, TuriPortugal – Associação de Turismo de Portugal, Instituto de Dinâmica do Espaço da Universidade Nova de Lisboa e Moinhos da Tia Antoninha, Empreendimentos Turísticos) premiar as seguintes fotografias:
1.º "Regresso a Casa", da autoria de Filipa Scarpa;
2.º "Sons do Rio", da autoria de António Pereira;
3.º "Serenidade do Tempo...", da autoria de João Ramos.













