Sociedade Filarmónica Capricho Moitense – MoitaA «Capricho» é uma referência no movimento associativo

Por Jornal Rostos
“O salão nobre dos Paços do Concelho é, uma vez mais, o local que testemunha um dos momentos solenes mais importantes na vida do nosso Município. Com a distinção de entidades individuais ou colectivas, de jovens, mulheres e homens, das forças vivas do nosso concelho, daqueles que ao longo dos tempos têm contribuído para o desenvolvimento da nossa terra, seja no plano económico, social, cultural, desportivo ou outro, reconhecemos e agradecemos todo o seu trabalho, dinamismo, empenho e visão em prol da nossa comunidade” – referiu João Lobo, presidente da Câmara Municipal da Moita, na sua intervenção no Dia do Municipio.
Capricho Moitense uma referência no movimento associativo
Referiu que “este ano homenageamos duas colectividades que são um marco na referência do movimento associativo popular do nosso município”
“Na Moita, a Sociedade Filarmónica Capricho Moitense, nascida em Maio de 1928, após um período conturbado, direccionou a sua actividade para a música, teatro e dança. A colectividade foi crescendo, dinamizando a vida cultural da freguesia e do concelho, criou a sua sede, diversificou as suas actividades e ocupou um lugar de destaque. Com o 25 de Abril, a Sociedade atravessou dificuldades organizativas mas com o esforço e empenho dos seus dirigentes e associados foi retomando a sua actividade recreativa e cultural, e hoje a Capricho, como assim é carinhosamente tratada pelas gentes da Moita, é uma referência no movimento associativo, especialmente no plano das danças de salão.
O autarca recordou que – “o movimento associativo popular continua a ser um pilar fundamental na nossa vida em sociedade”, acrescentando que – “está fortemente enraizado e estruturado no plano regional e nacional, promovendo, a democratização da actividade cultural, recreativa, e desportiva”.
Colectividades têm procurado sobreviver a todas medidas
O presidente da Câmara Municipal da Moita referiu que, nos tempos actuais – “também as colectividades têm procurado sobreviver a todas medidas e imposições que têm sido decretadas e que têm agravado as condições de vida dos trabalhadores e das famílias, com repercussões na participação popular na vida associativa e no exercício de cargos dirigentes, medidas que agravam a carga fiscal, as despesas de funcionamento e intensificam as acções inspectivas e repressivas, conduzindo à asfixia financeira de muitas colectividades”.













