Jornalista Catarina Neves do BarreiroQuer levar «Vieira, o Crooner» por todo o mundo
No Salão da SFAL – Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense foi projectada a curta metragem «Vieira, o Crooner – o romantismo e a potência da voz não tem nada a ver com a idade”, uma realização da jornalista Catarina Neves.
“Levar esta história a festivais por todo o mundo ao longo do ano” – salientou Catarina Neves é um dos seus grandes objectivos.
“Levar esta história a festivais por todo o mundo ao longo do ano” – salientou Catarina Neves é um dos seus grandes objectivos.

Por Jornal Rostos
A sessão contou com a presença de Catarina Neves, jornalista do Barreiro, que recordou o “carinho” que nutria pelo espaço da mais antiga colectividade do concelho do Barreiro, referindo “vivi muito nesta sala”, recordando alguns dos filmes que ali assistiu, sublinhando que – “parte da história do Barreiro faz-se nas colectividades”.
Crooner Vieira – “é uma personagem com história”
Catarina Neves comentou a sua curta metragem «Vieira, o Crooner – o romantismo e a potência da voz não tem nada a ver com a idade”, - “um projecto que levou tempo” a construir e “não sabe onde vai dar”.
A jornalista referiu que o Crooner Vieira – “é uma personagem com história”, um homem de 85 anos, com muita vitalidade, com uma vida dedicada à música.
Sublinhou que – “foi com muito prazer que cheguei a este produto, os 30 minutos da curta metragem”.
“Senti que a imagem seria muito iconográfica” – salientou.
Fazer coisas com as quais me relaciono emocionalmente
Catarina Neves recordou as horas de filmagem, durante os fins-de-semana, numa garagem, a colaboração do «Colectivo Alburrica» - “filmar não foi pesado” – acrescentando que a realização desta curta metragem foi – “a escolha de fazer coisas com as quais me relaciono emocionalmente”.
“Interesso-me pelas coisas pelas quais nutro carinho” – referiu.
Levar esta história a festivais por todo o mundo
A jornalista deu relevo à importância da memória – “a memória é uma coisa importante”, e considerou que um dos problemas do nosso país é esquecer as suas memórias.
O fascínio pelo Crooner Vieira foi esse encontro com as memórias do Barreiro e das Orquestras e Bandas das suas colectividades.
“Levar esta história a festivais por todo o mundo ao longo do ano” – salientou Catarina Neves, é um dos seus grandes objectivos.
«Vieira, o Crooner – o romantismo e a potência da voz não tem nada a ver com a idade»
«Vieira, o Crooner – o romantismo e a potência da voz não tem nada a ver com a idade”, uma curta metragem de 30 minutos, é um trabalho realizado por Catarina Neves, jornalista da SIC, que permite um encontro com o Crooner Vieira e o ambiente criado com o Colectivo Alburrica, durante cerca de seis meses, numa garagem do Barreiro.
Vieira, o Crooner, o último cantor romântico da cidade do Barreiro, foi nas décadas de 40 e 50 vocalista da Orquestra Ritmo e da Orquestra de José da Silva, que gozavam de bastante prestígio e fama no país. Abrilhantou ao longo da sua carreira numerosos e concorridos bailes, onde interpretava temas de música ligeira e jazz.
VEJA HOJE NO JORNAL DA SIC
Crooner Vieira – “é uma personagem com história”
Catarina Neves comentou a sua curta metragem «Vieira, o Crooner – o romantismo e a potência da voz não tem nada a ver com a idade”, - “um projecto que levou tempo” a construir e “não sabe onde vai dar”.
A jornalista referiu que o Crooner Vieira – “é uma personagem com história”, um homem de 85 anos, com muita vitalidade, com uma vida dedicada à música.
Sublinhou que – “foi com muito prazer que cheguei a este produto, os 30 minutos da curta metragem”.
“Senti que a imagem seria muito iconográfica” – salientou.
Fazer coisas com as quais me relaciono emocionalmente
Catarina Neves recordou as horas de filmagem, durante os fins-de-semana, numa garagem, a colaboração do «Colectivo Alburrica» - “filmar não foi pesado” – acrescentando que a realização desta curta metragem foi – “a escolha de fazer coisas com as quais me relaciono emocionalmente”.
“Interesso-me pelas coisas pelas quais nutro carinho” – referiu.
Levar esta história a festivais por todo o mundo
A jornalista deu relevo à importância da memória – “a memória é uma coisa importante”, e considerou que um dos problemas do nosso país é esquecer as suas memórias.
O fascínio pelo Crooner Vieira foi esse encontro com as memórias do Barreiro e das Orquestras e Bandas das suas colectividades.
“Levar esta história a festivais por todo o mundo ao longo do ano” – salientou Catarina Neves, é um dos seus grandes objectivos.
«Vieira, o Crooner – o romantismo e a potência da voz não tem nada a ver com a idade»
«Vieira, o Crooner – o romantismo e a potência da voz não tem nada a ver com a idade”, uma curta metragem de 30 minutos, é um trabalho realizado por Catarina Neves, jornalista da SIC, que permite um encontro com o Crooner Vieira e o ambiente criado com o Colectivo Alburrica, durante cerca de seis meses, numa garagem do Barreiro.
Vieira, o Crooner, o último cantor romântico da cidade do Barreiro, foi nas décadas de 40 e 50 vocalista da Orquestra Ritmo e da Orquestra de José da Silva, que gozavam de bastante prestígio e fama no país. Abrilhantou ao longo da sua carreira numerosos e concorridos bailes, onde interpretava temas de música ligeira e jazz.
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