KickBoxing no Grupo Desportivo FabrilUm ano “excelente”

Por Jornal Rostos
Por equipas sagraram-se campeões regionais e ficaram em terceiro lugar no Campeonato Nacional. No plano individual, tiveram quatro campeões nacionais e três vice campeões e dois atletas convocados para a selecção nacional. Dia 16 de Junho vão tentar que mais atletas sejam convocados. E porque os objectivos tendem sempre a subir, para a próxima época esperam: “Tentar sempre aumentar um pouco mais a fasquia, mas se for igual já não é mau”.
Uma panóplia de variantes dentro do KickBoxing no Fabril
Ele pratica a modalidade há 20 anos, ela há 16 e hoje conciliam a sua vida profissional com os treinos dos 40 atletas que praticam KickBoxing no Grupo Desportivo Fabril. Uma equipa que compreende desde desportistas de palmo e meio, a partir dos cinco anos, até à idade de quem quiser praticar a modalidade. Divididos por escalões, os atletas têm ao seu dispor uma panóplia de variantes dentro do KickBoxing, excepto as Formas Musicais: “Não fazemos porque gostamos mais de contacto”, graceja Paula Neves. Podem assim praticar Semi Contacto, Light Contacto, Light Kick, e os mais pesados Low Kick, Full Contacto, assim como os derivantes das artes tradicionais asiáticas, o Muay-Thai e o Thai Boxing, advertendo a respeito desta última modalidade: “ainda não estamos nesse parâmetro como se vê na televisão”.
Maior participação no Light Contacto
Paula Neves diz que a variante que tem tido maior participação é o Light Contacto, uma modalidade mais leve, tal como o nome indica. Nas variantes mais pesadas, “quando vale tudo até cair para o lado”, até ao conhecido KO, como é o caso do Full Contacto, ainda não entraram em competições, ao que Paulo Neves justifica: “estamos em fase de formação”.
Andreia Lopes Gonçalves













