Nacionais de Remo JovemFerroviários do Barreiro/Quimiparque encerram época com 9 título nacionais em Remo
Foi com Encontro Nacional de Infantis e Iniciados e no Campeonato Nacional de Juvenis de Verão que terminou a época de Remo 2007/08.
Como habitualmente nestes escalões os Ferroviários do Barreiro/Quimiparque procuraram a máxima participação. Lamentavelmente as péssimas condições atmosféricas – vento fortíssimo e lateral – acabaram por assombrar o desenrolar destes campeonatos.
Como habitualmente nestes escalões os Ferroviários do Barreiro/Quimiparque procuraram a máxima participação. Lamentavelmente as péssimas condições atmosféricas – vento fortíssimo e lateral – acabaram por assombrar o desenrolar destes campeonatos.

Por Jornal Rostos
De facto, no sábado, em infantis e iniciados, após as eliminatórias após a realização das eliminatórias de manhã. Só as provas de infantis viram as suas finais realizadas. Perante o forte vento que levava os jovens e pouco experientes remadores a chocar com a margem, a organização decidiu anular as finais não realizadas, atribuindo as classificações das eliminatórias, considerando os tempos obtidos. Facto que provocou alguns protestos por parte de alguns clubes que consideram ter os seus atletas sido prejudicados.
Algumas provas que seriam feitas em final directa foram de todo anuladas, não havendo qualquer classificação.
Assim, Ferroviários do Barreiro/Quimiparque alcançaram um título numa das poucas provas em que chegaram a ser feitas as finais. João Raposinho, pela 3ª vez consecutiva e apesar dos seus 11 anos, sagrou-se mais uma vez Campeão Nacional em Skiff Infantil, superando de forma inequívoca os restantes 24 competidores. Miguel Costa, no mesmo escalão, seguia em 2ª posição quando, pela força do vento lateral se envolveu com o 3º classificado a escassos 10 metros da meta. Dois atletas figueirenses aproveitaram o incidente e ele acabou, infelizmente, na 4ª posição. Foi pena. Porque seria de toda a justiça verem-se dois atletas “ferroviários” no 1º e 2º lugares do pódio. De resto, nas eliminatórias, onde aos atletas são classificados por tempos, os dois melhores tempos foram, exactamente do João Raposinho e do Miguel Costa, separados por, somente, 4 segundos.
Hugo Oliveira, em skiff iniciado, também subiu ao pódio, pela conquista da medalha de bronze, entre os 25 candidatos. Esta classificação foi a obtida por tempos nas eliminatórias, já que, como se disse, por mau tempo as finais não se realizaram por decisão da organização. Uma boa prestação deste iniciado de 1º ano, perante uma grande e forte concorrência, que deixa antever boas perspectivas para a próxima época. Assim o atleta procure intensificar e melhorar o trabalho.
Ainda neste escalão, referência para o Luís Martins e Tiago Serrano, classificados, respectivamente em 11º e 14º lugares. No caso do Luís o facto de ser iniciado de primeiro ano e ter competido na série menos competitiva – foi o segundo a da sua série, sendo que o primeiro ficou em 9º da geral – são factores que deixam em aberto uma próxima época bem mais positiva. No Caso do Tiago, que na próxima época subirá a juvenil, é manifesto que terá que haver um trabalho bem mais empenhado. Assim ele tenha aprendido a lição.
No domingo disputou-se o Nacional de Juvenis. Com a participação de dois atletas, a Sara Costa e o João Almeida, os resultados foram os espectáveis. A Sara Costa, após ter obtido o 12º tempo, entre 19, nas eliminatórias, o que a remeteu para a final B, alcançou aqui a 3ª posição, ou seja o 9º lugar da geral. De qualquer modo, um ugar a meio da tabela.
De forma algo semelhante, o João Almeida, após o 10º tempo entre 15, acabou por obter a 3ª posição na final B, também 9º da geral.
O João tem potencial para mais. Assim ele assuma uma postura mais responsável perante o treino e os seus deveres de atleta. A próxima época será determinante.
Saldo desportivo positivo de uma época “assombrada” pelas dificuldades que a crise nos trouxe. O Remo é uma modalidade que exige uma logística de significativa complexidade e diversidade, entre elas a necessidade de transporte de embarcações e o uso de barcos de apoio aos treinos. O aumento dos combustíveis veio onerar enormemente a actividade. Tudo isto ainda agravado por um conjunto acidentes que provocaram significativos danos na frota e cuja reparação houve que assegurar. Enfim. Esperam-se melhores tempos.
Álvaro Branco
Algumas provas que seriam feitas em final directa foram de todo anuladas, não havendo qualquer classificação.
Assim, Ferroviários do Barreiro/Quimiparque alcançaram um título numa das poucas provas em que chegaram a ser feitas as finais. João Raposinho, pela 3ª vez consecutiva e apesar dos seus 11 anos, sagrou-se mais uma vez Campeão Nacional em Skiff Infantil, superando de forma inequívoca os restantes 24 competidores. Miguel Costa, no mesmo escalão, seguia em 2ª posição quando, pela força do vento lateral se envolveu com o 3º classificado a escassos 10 metros da meta. Dois atletas figueirenses aproveitaram o incidente e ele acabou, infelizmente, na 4ª posição. Foi pena. Porque seria de toda a justiça verem-se dois atletas “ferroviários” no 1º e 2º lugares do pódio. De resto, nas eliminatórias, onde aos atletas são classificados por tempos, os dois melhores tempos foram, exactamente do João Raposinho e do Miguel Costa, separados por, somente, 4 segundos.
Hugo Oliveira, em skiff iniciado, também subiu ao pódio, pela conquista da medalha de bronze, entre os 25 candidatos. Esta classificação foi a obtida por tempos nas eliminatórias, já que, como se disse, por mau tempo as finais não se realizaram por decisão da organização. Uma boa prestação deste iniciado de 1º ano, perante uma grande e forte concorrência, que deixa antever boas perspectivas para a próxima época. Assim o atleta procure intensificar e melhorar o trabalho.
Ainda neste escalão, referência para o Luís Martins e Tiago Serrano, classificados, respectivamente em 11º e 14º lugares. No caso do Luís o facto de ser iniciado de primeiro ano e ter competido na série menos competitiva – foi o segundo a da sua série, sendo que o primeiro ficou em 9º da geral – são factores que deixam em aberto uma próxima época bem mais positiva. No Caso do Tiago, que na próxima época subirá a juvenil, é manifesto que terá que haver um trabalho bem mais empenhado. Assim ele tenha aprendido a lição.
No domingo disputou-se o Nacional de Juvenis. Com a participação de dois atletas, a Sara Costa e o João Almeida, os resultados foram os espectáveis. A Sara Costa, após ter obtido o 12º tempo, entre 19, nas eliminatórias, o que a remeteu para a final B, alcançou aqui a 3ª posição, ou seja o 9º lugar da geral. De qualquer modo, um ugar a meio da tabela.
De forma algo semelhante, o João Almeida, após o 10º tempo entre 15, acabou por obter a 3ª posição na final B, também 9º da geral.
O João tem potencial para mais. Assim ele assuma uma postura mais responsável perante o treino e os seus deveres de atleta. A próxima época será determinante.
Saldo desportivo positivo de uma época “assombrada” pelas dificuldades que a crise nos trouxe. O Remo é uma modalidade que exige uma logística de significativa complexidade e diversidade, entre elas a necessidade de transporte de embarcações e o uso de barcos de apoio aos treinos. O aumento dos combustíveis veio onerar enormemente a actividade. Tudo isto ainda agravado por um conjunto acidentes que provocaram significativos danos na frota e cuja reparação houve que assegurar. Enfim. Esperam-se melhores tempos.
Álvaro Branco















