Ao serviço do Barreiro a terra que o viu nascerRui Lopo um percurso pelas memórias
Oriundo de uma família com profundas raízes na comunidade lavradiense, recorda que, até aos seus bisavós, em todos,encontra as suas vivências integradas na vila do Lavradio, embora, um dos seus avós seja natural de S.Miguel de Acha, veio viver em criança para a Barra à Barra – Quinta dos Morgados, no Lavradio.
Frequentou a Escola Primária nº 2 do Lavradio, um tempo do qual guarda gratas recordações.
“Era um tempo em que se podia andar de bicicleta para a zona da Fábrica do Sal, que estava abandonada e nós andávamos por lá a brincar” – recorda.

Por Jornal Rostos
Nasceu na Clínica Laura Seixas, no Barreiro, em 7 de Maio de 1976.
Oriundo de uma família com profundas raízes na comunidade lavradiense, recorda que, até aos seus bisavós, em todos,encontra as suas vivências integradas na vila do Lavradio, embora, um dos seus avós seja natural de S.Miguel de Acha, veio viver em criança para a Barra à Barra – Quinta dos Morgados, no Lavradio.
Éramos uns verdadeiros índios
Frequentou a Escola Primária nº 2 do Lavradio, um tempo do qual guarda gratas recordações.
“Era um tempo em que se podia andar de bicicleta para a zona da Fábrica do Sal, que estava abandonada e nós andávamos por lá a brincar” – recorda.
“Eram tempos de muita liberdade, que nós podíamos andar na rua, íamos para a escola sozinhos, atravessávamos os descampados. Éramos uns verdadeiros índios” – sublinha.
Recorda a sua professora – a D. Vitória – que, sublinha, “de alguma forma marcou a minha aprendizagem”.
Nas suas memórias de infância, dos tempos de escola primária, refere acontecimentos que registou na sua memória: uma família que se matou, numa residência junto à sede do Sporting Clube Lavradiense, e, um colega que faleceu num acidente nas antigas instalações da empresa Móveis Baía – “foram situações muitos dolorosas”.
A rua era o nosso espaço de convivência
Concluído o Ensino Primário ingressou na Escola Álvaro Velho, um tempo que refere – “foi quando comecei a utilizar os Transportes Colectivos do Barreiro para me deslocar para escola, sobretudo em dias de chuva”.
Frequentou as aulas de Ginástica na SFAL e posteriormente foi praticante de Hóquei em Patins, no Grupo Desportivo Quimigal.
“A rua era o nosso espaço de convivência. Nós chegámos a fazer jangadas para andar a navegar na Vala das Ratas. A muralha da FISIPE, os Montes de Gesso, a Barra à Barra, todos esses espaços eram nossos. Jogávamos à bola na rua, onde, apenas, só existiam dois ou três carros” – salienta.
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