Barreiro - Sérgio Saraiva, Administração da Baía do TejoSó conseguimos atrair investimento abrindo o território à cidade
. Atracção de investimento e de empresas
. Recuperar o edifício do antigo Posto Médico da CUF
A Baía do Tejo vai concretizar um investimento na ordem dos 500 mil euros com a finalidade de alterar radicalmente a zona do Largo das Obras e contribuir para abrir o território da Quimiparque ao centro da cidade.
“O investimento que faremos visa dotar estes territórios de condições para dar possibilidades de competividade às empresas. Todo o investimento vai sempre nesse sentido” – sublinhou Sérgio Saraiva, ao Rostos.
. Recuperar o edifício do antigo Posto Médico da CUF
A Baía do Tejo vai concretizar um investimento na ordem dos 500 mil euros com a finalidade de alterar radicalmente a zona do Largo das Obras e contribuir para abrir o território da Quimiparque ao centro da cidade.
“O investimento que faremos visa dotar estes territórios de condições para dar possibilidades de competividade às empresas. Todo o investimento vai sempre nesse sentido” – sublinhou Sérgio Saraiva, ao Rostos.

Por Jornal Rostos
Numa conversa com Sérgio Saraiva, da Administração da Baía do Tejo, foi referido que – “a intervenção que vai
ser feita prende-se com a estratégia da Administração das Baía do Tejo que visa melhorar as condições dos nossos territórios, porque é essa a nossa missão valorizar, requalificar os territórios tendo por objectivo atrair investimento.
Nós só conseguimos atrair investimento e, aqui, no caso especifico do Barreiro, abrindo o território ou parte desse território à cidade.
Esta intervenção, digamos, é um primeiro sinal, uma primeira fase dessa abertura do território à cidade” – sublinhou.
Projecto não colide com plano de urbanização
“Este projecto não vai colidir com o que está em marcha no âmbito do Plano de Urbanização da Quimiparque e zonas envolventes? – perguntámos
“Não, pelo contrário, o que está definido nos objectivos gerais do Plano é que esta zona entre o Bairro de Santa Bárbara e o centro da cidade seja uma zona de expansão da cidade.
Este é um primeiro sinal que a Baía do Tejo, enquanto gestora dos territórios, dá, afirmando a sua determinação em colocar no terreno as áreas do Plano que sejam sustentáveis, exequíveis e esta é uma dela, de todo não colide”- sublinhou Sérgio Saraiva.
Intenção foi bem acolhida pela autarquia
A Câmara Municipal do Barreiro já deu o seu parecer sobre esta requalificação?
“Não. Foi apresentado este projecto ao Senhor Presidente da Câmara e agora iremos trabalhar com a autarquia no sentido do operacionalizar.
Não foi dado nenhum parecer, porque não foi colocado ainda projecto nenhum, o que foi apresentado foi esta nossa intenção e posso dizer que foi bem acolhida”.
Melhora imagem da entrada no centro da cidade
Como vai esta requalificação contribuir para melhorar o centro da cidade?
“A partir do momento que se faz um novo perfilhamento desta rua, acabando com o estrangulamento que existe entre o edifício da Administração e a Casa Museu, permite que a acessibilidade seja mais franca, que o Largo das Obras não fique emparedado entre a Portaria e os muros existentes, portanto, melhora todas as acessibilidades e melhora a própria imagem que se tem do território nesta entrada no centro do Barreiro, que actualmente é feita por ruas estreitas e com uma portaria.”
Investimento de 500 mil euros
Quanto vai ser o valor do investimento neste projecto de requalificação da entrada do largo das obras?
“O investimento que vai ser concretizado, totalmente suportado pela Baía do Tejo, tem uma estimativa de 500 mil euros.”- sublinha Sérgio Saraiva.
Cerca de 13 milhões de euros para descontaminação de solos
Como está o problema da descontaminação dos terrenos? Esta zona carece desse tipo de intervenção?
“Esta zona não tem qualquer tipo de contaminação.
Mas, o processo de descontaminação dos terrenos dos territórios da Baía do Tejo continuam com as candidaturas apresentadas no âmbito do QREN, que estão a ser elaboradas, tanto para o Barreiro, como para o Seixal, assim como a demolição de edifícios obsoletos e de estruturas que não faça sentido, ou não se encontrem em uso, tudo isso vai continuar.
Até 2013, o que está sinalizado para candidaturas são na ordem dos13 milhões de euros, sendo na ordem dos 7 milhões de euros para o Seixal e na ordem dos 5 milhões de euros para o Barreiro”.
Cerca de 150 mil euros em demolições
“Posso dizer que, este ano, desde que a Administração entrou já foi feito um investimento na demolição, na ordem dos 150 mil euros, só em demolição de edifícios”- salienta.
Atracção de investimento e de empresas
Esta intervenção vai contribuir para tornar o território mais atractivo para as empresas?
“Os investimentos que estão previstos no Barreiro, todos eles, têm como objectivo a atracção de investimento e de empresas.
A actividade económica que pretendemos que seja o ponto fulcral para os nossos territórios tem de encontrar condições que permitam às empresas ser competitivas no mercado global
O investimento que faremos visa dotar estes territórios de condições para dar possibilidades de competividade às empresas. Todo o investimento vai sempre nesse sentido”.
Recuperar o edifício do antigo Posto Médico da CUF
Sérgio Saraiva, recordou que no âmbito deste projecto, uma das intenções será recuperar o edifício do antigo Posto Médico da CUF.
“O projecto está em estudo. O plano previa a sua demolição, mas nós decidimos, pela importância que tem na memória do nosso Parque e também na memória da cidade do Barreiro, preservá-lo e adapta-lo a outros usos que estão em estudo. A nossa ideia é iniciar, ainda este ano, a sua recuperação.” – sublinha.
Promover os territórios do Arco Ribeirinho
“A Baía do Tejo continua empenhada na estratégia de atrair investimento, de promover os territórios do Arco Ribeirinho Sul, e de criar cada vez melhores condições para que as empresas se possam instalar e que possam dinamizar economicamente os concelhos onde nos inserimos”-refere.
Trabalhar em conjunto com a autarquia
Há conflitos entre a Câmara Municipal do Barreiro e a Baía do Tejo?
“Não, nem com a Câmara do Barreiro, nem com as outras onde temos territórios. Alias, só trabalhando em conjunto com as Câmaras conseguimos levar a bom porto este enorme desafio que é o requalificar estes territórios e atrair investimento e atrair emprego para eles”- salienta a finalizar Sérgio Saraiva.
ser feita prende-se com a estratégia da Administração das Baía do Tejo que visa melhorar as condições dos nossos territórios, porque é essa a nossa missão valorizar, requalificar os territórios tendo por objectivo atrair investimento.
Nós só conseguimos atrair investimento e, aqui, no caso especifico do Barreiro, abrindo o território ou parte desse território à cidade.
Esta intervenção, digamos, é um primeiro sinal, uma primeira fase dessa abertura do território à cidade” – sublinhou.
Projecto não colide com plano de urbanização
“Este projecto não vai colidir com o que está em marcha no âmbito do Plano de Urbanização da Quimiparque e zonas envolventes? – perguntámos
“Não, pelo contrário, o que está definido nos objectivos gerais do Plano é que esta zona entre o Bairro de Santa Bárbara e o centro da cidade seja uma zona de expansão da cidade.
Este é um primeiro sinal que a Baía do Tejo, enquanto gestora dos territórios, dá, afirmando a sua determinação em colocar no terreno as áreas do Plano que sejam sustentáveis, exequíveis e esta é uma dela, de todo não colide”- sublinhou Sérgio Saraiva.
Intenção foi bem acolhida pela autarquia
A Câmara Municipal do Barreiro já deu o seu parecer sobre esta requalificação?
“Não. Foi apresentado este projecto ao Senhor Presidente da Câmara e agora iremos trabalhar com a autarquia no sentido do operacionalizar.
Não foi dado nenhum parecer, porque não foi colocado ainda projecto nenhum, o que foi apresentado foi esta nossa intenção e posso dizer que foi bem acolhida”.
Melhora imagem da entrada no centro da cidade
Como vai esta requalificação contribuir para melhorar o centro da cidade?
“A partir do momento que se faz um novo perfilhamento desta rua, acabando com o estrangulamento que existe entre o edifício da Administração e a Casa Museu, permite que a acessibilidade seja mais franca, que o Largo das Obras não fique emparedado entre a Portaria e os muros existentes, portanto, melhora todas as acessibilidades e melhora a própria imagem que se tem do território nesta entrada no centro do Barreiro, que actualmente é feita por ruas estreitas e com uma portaria.”
Investimento de 500 mil euros
Quanto vai ser o valor do investimento neste projecto de requalificação da entrada do largo das obras?
“O investimento que vai ser concretizado, totalmente suportado pela Baía do Tejo, tem uma estimativa de 500 mil euros.”- sublinha Sérgio Saraiva.
Cerca de 13 milhões de euros para descontaminação de solos
Como está o problema da descontaminação dos terrenos? Esta zona carece desse tipo de intervenção?
“Esta zona não tem qualquer tipo de contaminação.
Mas, o processo de descontaminação dos terrenos dos territórios da Baía do Tejo continuam com as candidaturas apresentadas no âmbito do QREN, que estão a ser elaboradas, tanto para o Barreiro, como para o Seixal, assim como a demolição de edifícios obsoletos e de estruturas que não faça sentido, ou não se encontrem em uso, tudo isso vai continuar.
Até 2013, o que está sinalizado para candidaturas são na ordem dos13 milhões de euros, sendo na ordem dos 7 milhões de euros para o Seixal e na ordem dos 5 milhões de euros para o Barreiro”.
Cerca de 150 mil euros em demolições
“Posso dizer que, este ano, desde que a Administração entrou já foi feito um investimento na demolição, na ordem dos 150 mil euros, só em demolição de edifícios”- salienta.
Atracção de investimento e de empresas
Esta intervenção vai contribuir para tornar o território mais atractivo para as empresas?
“Os investimentos que estão previstos no Barreiro, todos eles, têm como objectivo a atracção de investimento e de empresas.
A actividade económica que pretendemos que seja o ponto fulcral para os nossos territórios tem de encontrar condições que permitam às empresas ser competitivas no mercado global
O investimento que faremos visa dotar estes territórios de condições para dar possibilidades de competividade às empresas. Todo o investimento vai sempre nesse sentido”.
Recuperar o edifício do antigo Posto Médico da CUF
Sérgio Saraiva, recordou que no âmbito deste projecto, uma das intenções será recuperar o edifício do antigo Posto Médico da CUF.
“O projecto está em estudo. O plano previa a sua demolição, mas nós decidimos, pela importância que tem na memória do nosso Parque e também na memória da cidade do Barreiro, preservá-lo e adapta-lo a outros usos que estão em estudo. A nossa ideia é iniciar, ainda este ano, a sua recuperação.” – sublinha.
Promover os territórios do Arco Ribeirinho
“A Baía do Tejo continua empenhada na estratégia de atrair investimento, de promover os territórios do Arco Ribeirinho Sul, e de criar cada vez melhores condições para que as empresas se possam instalar e que possam dinamizar economicamente os concelhos onde nos inserimos”-refere.
Trabalhar em conjunto com a autarquia
Há conflitos entre a Câmara Municipal do Barreiro e a Baía do Tejo?
“Não, nem com a Câmara do Barreiro, nem com as outras onde temos territórios. Alias, só trabalhando em conjunto com as Câmaras conseguimos levar a bom porto este enorme desafio que é o requalificar estes territórios e atrair investimento e atrair emprego para eles”- salienta a finalizar Sérgio Saraiva.














