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Perspectivas

Barreiro - Jacinto Pereira, Presidente do Conselho de Administração da Baía do TejoChamar a atenção dos mercados para a importância dos territórios do Arco Ribeirinho Sul

No próximo dia 28 de maio a Baía do Tejo vai promover o seu primeiro fórum com o tema central “Reindustrialização: Um caminho para o futuro da economia portuguesa”.

«Baía do Tejo está capacitada para receber qualquer indústria, plataforma logística ou empresa de pequena, média ou grande dimensão» - sublinha Jacinto Pereira, em entrevista ao jornal «Rostos».

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Barreiro - Jacinto Pereira, Presidente do Conselho de Administração da Baía do Tejo Chamar a atenção dos mercados para a importância dos territórios do Arco Ribeirinho Sul

Por Jornal Rostos

No próximo dia 28 de maio a Baía do Tejo vai promover o seu primeiro fórum com o tema central “Reindustrialização: Um caminho para o futuro da economia portuguesa”.
Jacinto Pereira, Presidente do Conselho de Administração da Baía do Tejo, responde a perguntas colocadas pelo jornal «Rostos» a propósito da realização deste evento.

Que objectivos pretende a Baía do Tejo concretizar com a realização do Forum sobre reindustrialização?

“Temos com objetivo a promoção de uma reflexão, de um debate de ideias, acerca de um tema que está na ordem do dia e que se apresenta como um pilar fundamental da estratégia de crescimento que o Governo pretende implementar no país.
Entendemos que a dinamização de um processo de reindustrialização é de extrema importância para o crescimento e desenvolvimento económico, e social, do país, pelo que deve ser uma questão bem refletida e debatida.
Por outro lado e, na perspetiva da Baía do Tejo, para nós a mais importante, pretende-se chamar a atenção, não apenas das instâncias, todas, oficiais, como também do mercado, nacional e internacional, para a importância e potencial dos territórios do Arco Ribeirinho Sul, nomeadamente sob o prisma de um processo de reindustrialização, para os territórios do Seixal e do Barreiro e também de Estarreja, que é um dos clusters químicos do nosso país.
Este é um trabalho, uma tarefa, que consideramos central, fulcral, na estratégia de promoção destes territórios e que deve ser sublinhada e reforçada, para o que sabemos poder contar com todas as entidades envolvidas, autarquias, associações empresarias, etc”.

CAPACITADA PARA RECEBER QUALQUER INDÚSTRIA, PLATAFORMA LOGÍSTICA OU EMPRESA

Os territórios da Baía do Tejo que papel podem desempenhar no processo de Reindustrialização?

“Podem desempenhar um papel central e altamente dinamizador. Necessariamente, estes territórios devem ser a base de um processo de reindustrialização do país, uma vez que, para além de ser o seu ADN, o peso histórico marcante e incontornável, apresentam condições ímpares no país e, mais concretamente na região, como sejam a proximidade à capital, com tudo o que essa vantagem envolve, as excelentes acessibilidades rodoviárias, ferroviárias e marítimas/portuárias, e uma margem de evolução enorme, se pensarmos que estamos em condições de adaptar-nos a qualquer tipo de indústria, ou seja, sem condicionantes de ordem de ocupação territorial. A Baía do Tejo, através dos seus parques, está neste momento capacitada para receber qualquer indústria, plataforma logística ou empresa de pequena, média ou grande dimensão.”

ATRATIVIDADE PARA A INSTALAÇÃO DE EMPRESAS E INVESTIMENTO

A presença de membros do Governo significa que na estratégia de Reindustrialização proposta para o país insere os territórios da Baía do Tejo?

“Com toda a certeza, e temos tido muitos sinais, e evidências, nesse sentido.
Aliás, desde há muitos meses que é publico, e sublinhado pelo Governo, que a estratégia da Baía do Tejo passa pela criação de cada vez mais condições de atratividade para a instalação de empresas e investimento e para a consequente criação de emprego.”

TORNAR O PARQUE MAIS ATRATIVO

Qual a importância dado ao Parque Empresarial do Barreiro?Existe algum pensamento estruturante?

“O Parque Empresarial do Barreiro foi alvo de algum desinvestimento nos últimos anos, especialmente nos espaços exteriores e acessibilidades, quando comparado com os outros territórios. A administração decidiu investir nessa requalificação, integrada nos eixos estruturantes definidos pelo Plano de Urbanização. Tornar o Parque mais atrativo para a instalação de empresas e manutenção dos clientes existentes, exige da Baía do Tejo um esforço na sua requalificação nomeadamente na abertura à cidade pela Rua da União e arranjos paisagísticos envolventes, recuperação de edifícios na zona consolidada, novas acessibilidades pedonais e arranjos exteriores, rotundas na Avenida das Nacionalizações e entrada Nascente, ligação efluentes a rede em alta da SIMARSUL / ETAR Barreiro-Moita e demolição de edifícios obsoletos.”

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