Saltar para o conteúdo
Perspectivas

Em debate sobre Património FerroviárioDefendida a Criação da Fundação para o Património Ferroviário do Barreiro

Armando Teixeira, no decorrer do colóquio/debate subordinado ao tema “O Património Ferroviário do Barreiro, que futuro?”, ontem à tarde, no Espaço L - Antiga Estação do Lavradio, salientou a importância de serem mantidos serviços na Estação do Barreiro – Mar, onde defendeu que devia ser criado um «Núcleo Museológico de Transportes Fluviais do Tejo».

3 min de leitura
Em debate sobre Património Ferroviário Defendida a Criação da Fundação para o Património Ferroviário do Barreiro

Por Jornal Rostos

O Movimento Cívico de Salvaguarda do Património Ferroviário do Barreiro, realizou um colóquio/debate subordinado ao tema “O Património Ferroviário do Barreiro, que futuro?”, que decorreu ontem à tarde, no Espaço L - Antiga Estação do Lavradio.
O evento contou com a participação de Rui Lopo, Vereador CMB; Humberto Candeias, do Bloco de Esquerda, Margarida Graça da União de Freguesias do Barreiro/ Lavradio e Armando Teixeira, da ABPMF, sendo moderado por Rosalina Carmona.

Classificação de património ferroviário do Barreiro.

Na abertura da sessão, Rosalina Carmona, do Movimento Cívico de Salvaguarda do Património Ferroviário do Barreiro, sublinhou a importância do património ferroviário do Barreiro, para a região e para o futuro.
Referiu que o “movimento cívico” é constituído por um conjunto de pessoas preocupadas com a situação do património ferroviário” cuja actividade visa “sensibilizar a opinião pública” e as entidades para a preservação do património ferroviário.
Referiu que õ movimento já desenvolveu quatro processos com o objectivo de se proceder à classificação de património ferroviário do Barreiro.

História do Barreiro e os Caminhos de Ferro

Armando Teixeira, deu a conhecer os “contributos do Movimento Cívico de Salvaguarda do Património Ferroviário do Barreiro, com o objectivo de “valorizar e preservar o património ferroviário”.
Recordou que a história do Barreiro contemporâneo confunde-se com a do desenvolvimento industrial do país, iniciado em meados do século XIX com a introdução dos Caminhos de Ferro.
“Defendemos o conceito de «memória patrimonial viva» associando a continuação do funcionamento com o fim para que foram criados, à preservação de edifícios, sítios, equipamentos, com interesse patrimonial e utilidade pública” – referiu.
Neste contexto considerou importante que se mantenha em funcionamento as Oficinas da EMEF e a manutenção da circulação ferroviária das Linhas do Sado.

«Núcleo Museológico de Transportes Fluviais do Tejo».

Armando Teixeira, salientou a importância de serem mantidos serviços na Estação do Barreiro – Mar, onde defendeu que devia ser criado um «Núcleo Museológico de Transportes Fluviais do Tejo».
Por outro lado perspectivou que fosse criado o «Núcleo Museológico Diesel» em articulação com o «Núcleo Oficinal» e comportando um «Centro de Encontro e Convivio Ferroviário que motive a participação cívica de antigos ferroviários e familiares na recuperação de material musealizável.
Apontou, também a criação do «Núcleo Museológico do Homem Ferroviário».
Para enquadramento do conjunto de projectos defendeu a criação da Fundação para o Património Ferroviário do Barreiro, com um estatuto apropriado em que participem o Instituto Português do Património Cultural, o Museu Nacional Ferroviário, a REFER, a CP, a SFLUSA, a Câmara Municipal do Barreiro e associações dos cidadãos.

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção