João Gouveia, Presidente da Direcção da Associação dos Proprietários do BarreiroTarda processo de reabilitação urbana no Barreiro Velho
João Gouveia, Presidente da Direcção da Associação dos Proprietários do Barreiro, na abertura da Conferência sobre o Novo Regime do Arrendamento Urbano referiu que “o arrendamento é uma questão central da sociedade contemporânea”.
Recordou que no Barreiro existem cerca de 7.506 arrendamentos habitacionais, dos quais 3.994 são anteriores a 1990 e 919 foram concretizados entre 1991 e 2005.

Por Jornal Rostos
Passou um ano desde a entrada em vigor da Reforma do Novo Regime do Arrendamento Urbano, facto que motivou a realização de uma conferência sobre esta temática promovida pela Associação dos Proprietários do Barreiro, que decorreu no dia 13 de Janeiro, no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro.
O prelector convidado foi Luís Menezes Leitão, Professor Catedrático da Faculdade de Direito
de Lisboa e Presidente da Associação Lisbonense de Proprietários.
Arrendamento questão central da sociedade contemporânea
João Gouveia, Presidente da Direcção da Associação dos Proprietários do Barreiro, na abertura da Conferência sobre o Novo Regime do Arrendamento Urbano referiu que “o arrendamento é uma questão central da sociedade contemporânea”, com influência em “questões económicas de investimento e desenvolvimento”, é um “questão social que preocupa as autoridades públicas”, sendo igualmente “uma questão fiscal pela tributação do património e dos rendimentos dos mesmos”.
Crise do imobiliário determinou a procura do arrendamento
João Gouveia sublinhou a importância da realização da Conferência passado um ano da entrada em vigor da Reforma do Novo Regime do Arrendamento Urbano.
Recordou que no Barreiro existem cerca de 7.506 arrendamentos habitacionais, dos quais 3.994 são anteriores a 1990 e 919 foram concretizados entre 1991 e 2005.
João Gouveia referiu que – “a crise do imobiliário determinou a procura do arrendamento”, acrescentando que o Barreiro tem um “mercado com potencial para explorar, uma vez que mais de metade dos arrendamentos são anteriores a 1991”.
“No Barreiro apenas 20% beneficiaram das rendas indexadas ao RABC” – disse.
Tarda a reabilitação do Barreiro Velho
Noa sua intervenção salientou que existem “desafios” para o concelho do Barreiro, alertando que “tarda” que seja dinamizado “um processo de reabilitação urbana” no Barreiro Velho.
“Para muitos dos nossos associados” sublinhou esta situação resulta na “perda de rendimentos significativos”.
João Gouveia defendeu a necessidade de serem dinamizadas as acessibilidades ao concelho do Barreiro de forma a torna-lo “mais competitivo”.
Sublinhou que a criação de novos postos de trabalho “geram a necessidade de novas habitações – “isso aumenta o mercado de arrendamento” – disse o presidente da Associação de Proprietários do Barreiro.
Virar a página nas dinâmicas da APB
O Presidente da Associação de Proprietários do Barreiro referiu que os novos órgãos sociais da associação, cuja actividade tem vindo a desenvolver-se há décadas – “com muita credibilidade”, pretendem, no actual mandato, virar a página “dar continuidade ao trabalho” do passado e dinamizar actividades de forma permanente.
Divulgou a criação de um novo logotipo e a criação de um site com funcionalidades interactivas, como acções que já estão sendo concretizadas.













