Saltar para o conteúdo
Perspectivas

Barreiro - «O Templo de Borkudan» de Helder MartinsUm livro que ajuda o leitor a enfrentar os dias

No Café Bar da SFAL - Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense realizou-se a apresentação do livro "O Templo de Borkudan”, de Helder Martins.

“O país imaginário deste livro é o nosso dia-a-dia. O livro ajuda-nos a enfrentar os dias, a escolher, a decidir, o que queremos fazer, o que devemos fazer, para sermos melhores pessoas, é isso que procuro com estes meus livros” – sublinha Helder Martins.

4 min de leitura
Barreiro - «O Templo de Borkudan» de Helder Martins Um livro que ajuda o leitor a enfrentar os dias

Por Jornal Rostos

No Café Bar da SFAL - Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense realizou-se a apresentação do livro "O Templo de Borkudan” de Helder Martins, um evento integrado no ciclo «Aos domingos pela manhã», uma iniciativa conjunta daquela colectividade em colaboração como o jornal «Rostos».

Forte componente humana

Márcia Correia, oradora convidada, salientou que no livro "O Templo de Borkudan”, destaca a “sua forte componente humana”.
Recordou que a obra trata a história de um rapaz, que vive numa aldeia, que cedo perde o pai, sendo obrigado a assumir a responsabilidade de encaminhar a mãe e a irmã- “uma responsabilidade muito forte”.
“O jovem vive vários conflitos internos, com ele próprio, em relação à sua pessoa e com as pessoas da aldeia.A história desenvolve-se muito em torno das ideias – o que queremos fazer, ou o que temos que fazer, numa grande ligação com a lealdade, amor, respeito ”- sublinhou.
“É um livro com o qual nós nos identificamos ao ler e ao mesmo tempo nos descontraímos pela sua história fantástica e repleta de aventuras. Acho que é um livro que toda a gente vai gostar de ler” – referiu Márcia Correia.

Estabelecer uma ligação com o leitor

Helder Martins, o autor, recordou que a sua escrita tem por base “um contexto metafórico”, que se desenvolve “num jogo de palavras, para estimular a concentração na leitura”.
“Ao escrever este livro procurei estabelecer uma ligação com o leitor, de forma que as pessoas se identificassem com as várias peripécias que decorrem ao longo do livro, porque apesar de ser fantasia, é apenas meramente ilustrativo, é apenas um cenário.” – referiu.
“Sou um fan de literatura épico-fantástica, porque envolve várias dimensões literárias, drama, acção o espanto. Neste livro trato situações do dia-a-dia, olhar para as situações e perceber de que forma tudo influencia a nossa vida.Quero abranger um público o mais vasto possível.” – acrescentou.

Só consigo escrever nos cafés

“Esta história sempre esteve na minha mente, lembro-me de ver estas personagens, nas formas como se relacionavam, na escola e no trabalho. A determinada altura da minha vida senti que tinha as ferramentas para partir para este projecto” – refere Helder Martins.
“Para descobrir o caminho, optei por escrever em espaços públicos. Só consigo escrever nos cafés, porque tudo o que se passa à minha volta, enquanto estou a escrever vai influenciar a história. São pessoas que não conheço, nas com as suas acções, dão-me ideias, para o nome de uma terra que tem que ser inventada, ou para dar nome a um personagem.
Eu escrevo nos espaços públicos, no Barreiro ou em Setúbal, porque sinto como isso influencia a escrita” – recorda.

Quero ser mais um autor nesta área

Helder Martins, nasceu no Barreiro, a 10 de Março de 1986, no Hospital do Barreiro.
É trabalhador da empresa Barão e Costa, na Baixa da Banheira.
Optou pela literatura do fantástico, um género que está a nascer em Portugal.
“ Quero ser mais um autor nesta área” – salienta.
“Tenho tido uma reacção muito boa das pessoas, tem sido fantástico. Muitas pessoas, por simpatia ou por interesse têm adquirido o livro.
E já existem pessoas a perguntar, quando sai o próximo volume. Isso é fantástico. Após lerem gostam” – sublinha .

O livro ajuda-nos a enfrentar os dias

"O Templo de Borkudan”, segundo referiu o autor, é o primeiro de um conjunto de obras, a história tem continuidade - “dentro de um ano espero lançar o 2º volume. Já está encaminhado” – divulga.
“O país imaginário deste livro é o nosso dia-a-dia. O livro ajuda-nos a enfrentar os dias, a escolher, a decidir, o que queremos fazer, o que devemos fazer, para sermos melhores pessoas, é isso que procuro com estes meus livros” – sublinha Helder Martins.

VER FOTOS

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.627962330591504.1073741884.179785305409211&type=3

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção