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Perspectivas

Reabertura das Estações dos CTT no concelho da Moita«Só a mudança de Governo pode alterar esta situação»

. Junta de Freguesia não é empregada dos CTT

. Atrasos na entrega das verbas destinadas a pagar as reformas

Rui Garcia, presidente da Câmara Municipal da Moita, ontem à tarde, no decorrer de um encontro com os órgãos de comunicação social, sublinhou que – “não vemos sinais que vão voltar a abrir os postos dos CTT, mas continuaremos a insistir”.

Nuno Cavaco, presidente da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, afirmou que – “a aposta clara dos donos dos CTT é maximizar o lucro, sacrificando o serviço que prestam à população”.

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Reabertura das Estações dos CTT no concelho da Moita «Só a mudança de Governo pode alterar esta situação»

Por Jornal Rostos

Rui Garcia, sublinhou que a situação existente afecta as populações, referindo que -“este não é o caminho, e não temos expectativa que os CTT alterem a sua postura”.
“Só a mudança de Governo pode alterar esta situação” – sublinhou o autarca.

Degradação dos serviços

Nuno Cavaco, presidente da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, recordou que os CTT – “já não são do Estado”, acrescentando que está a registar-se a “degradação dos serviços”.
“A aposta clara dos donos dos CTT é maximizar o lucro, sacrificando o serviço prestado às pessoas” – sublinhou o autarca.
Recordou que nas instalações da Junta de Freguesia no Vale da Amoreira, funciona um posto dos CTT, para cujo funcionamento a autarquia recebe 500 euros/mensais – “o seu custo ronda os 1000 euros”.

Junta de Freguesia não é empregada dos CTT

Nuno Cavaco, alertou para o facto de existirem atrasos na entrega das verbas destinadas a pagar as reformas de idosos – “no dia de pagamento dos reformados não transferiram as verbas”.
“Queriam que um funcionário da Junta se deslocasse para levantar as verbas. Não fomos. A Junta de Freguesia não é empregada dos CTT” – sublinhou o autarca.

Tecido económico depende muito dos CTT

O presidente da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, alertou para a importância dos Postos dos CTT no serviço que prestam à população, aos empresários, às escolas.
“O tecido económico da Baixa da Banheira depende muito dos CTT” – referiu Nuno Cavaco.
Salientou que ao nível do tecido económico local é essencial apoiar as pequenas empresas, porque são elas a garantia de criação de emprego de manutenção de emprego e de revitalização da vida local.

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