Saltar para o conteúdo
Perspectivas

Nuno Canta, Presidente da Câmara Municipal de Montijo«Privatização da EGF a nível nacional é um problema gravoso»

. Governo tinha que obrigatoriamente respeitar os estatutos da empresa

Nuno Canta, Presidente da Câmara Municipal de Montijo, hoje de manhã, no decorrer da conferência de imprensa promovida pela, AMRS – Associação de Municipios da Região de Setúbal, onde foi tomada posição conjunta pelos municípios da Península de Setúbal sobre o processo de privatização da EGF” - Empresa Geral do Fomento, afirmou que – “há deslealdade e batota com a autonomia do Poder Local”, sublinhando que –“há deslealdade do Governo em relação ao sistema”.

2 min de leitura
Nuno Canta, Presidente da Câmara Municipal de Montijo «Privatização da EGF a nível nacional é um problema gravoso»

Por Jornal Rostos

Nuno Canta, presidente da Câmara Municipal do Montijo, referiu que preside ao único município da península de Setúbal com – “cor diferente dos outros municípios” e com esta “consciência” afirmou que a AMARSUL é – “uma empresa do ponto de vista económico, técnico e ambiental de grande qualidade”.
“É uma empresa sólida do ponto de vista económico” – salientou, acrescentando que a empresa é essencial na “sustentabilidade ambiental” e “é estratégica para a Península”.

Direito de preferência pelos municípios

Nuno Canta, referiu que o património e a história da AMARSUL é uma referência para a região.
Na sua opinião existe “deslealdade do Governo em relação ao sistema” e considerou que no processo de privatização da EGF – “está por trás uma batota”.
Recordou que o estatuto da AMARSUL “proíbe a cedência de acções, sem que primeiro os municípios tenham a preferência”.
“Não é possível alienar acções” – disse, reforçando que existe o “direito de preferência pelos municípios”.

Há deslealdade com a autonomia do Poder local

Nuno Canta, salientou que a “privatização da EGF a nível nacional é um problema gravoso”.
“O Governo tinha que obrigatoriamente respeitar os estatutos da empresa” – salientou o autarca.
“Há deslealdade com a autonomia do Poder local” – afirmou, acrescentando que esta é uma “situação intolerável”.
O presidente da Câmara Municipal do Montijo considerou que a forma como o processo de privatização está sendo conduzido – “não é um combate franco” para os municípios, por isso – “têm razão em combater esta privatização”.

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção