Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro«A ver vamos se a AMARSUL será a única empresa que trata os lixos da região»

Por Jornal Rostos
O presidente da Câmara Municipal do Barreiro salientou que “independentemente da posição politica partidária” a “posição das Câmaras, é uma oposição que se generaliza e é quase unânime do ponto de vista nacional”, quer ao nível da Associação Nacional de Municípios quer na Área Metropolitana de Lisboa.
“A grande maioria dos municípios tem a mesma posição” – sublinhou.
Da parte do Governo há deslealdade
Carlos Humberto, considerou que da parte do Governo há “deslealdade”, porque as Câmaras, na Península de Setúbal, começaram a fazer um caminho e formaram a LIMARSUL.
Para que se concretizasse o acesso a fundos comunitários o Governo propôs a criação da AMARSUL, ficando o Estado com 51% dos capitais e os municípios com 49%.
“Os municípios resistiram, porque desconfiavam, porque admitíamos que esta situação acontecesse, o Governo impôs a maioria do capital social” – sublinhou o presidente da Câmara Municipal do Barreiro.
O autarca recordou que nos “acordos parassociais” ficou definida a obrigatoriedade de os municípios serem “previamente consultados” nas mudanças de capital.
“O Governo deu a volta por cima não privatiza a AMARSUL, privatiza a EGF” – referiu.
Passamos a ser clientes
Carlos Humberto, recordou que os municípios são “proprietários” e “clientes”, agora “passamos a ser clientes”
“A ver vamos se será a AMARSUL a única empresa que trata os lixos na região” – salientou o edil.
“Os municípios tiveram sempre um papel de seriedade” – disse.













