Com encerramento da Maternidade no Hospital do Barreiro«Não haverá mais naturais do Barreiro»
. Há falta de fraldas e seringas
Carlos, trabalhador do Centro Hospitalar Barreiro – Montijo, no Serviço de Medicina Interna, hoje pela manhã,, hoje pela manhã, no decorrer da «Tribuna Pública», no centro da cidade, em defesa do Serviço Nacional de Saúde, apresentou o seu testemunho, sublinhando a “falta de material nos serviços”, referindo que no seu serviço “há constante falta de fraldas e seringas”.

Por Jornal Rostos
Carlos, trabalhador do Centro Hospitalar Barreiro – Montijo, no Serviço de Medicina Interna, apresentou o seu testemunho como um exemplo das dificuldades que se deparam os profissionais de saúde, devido aos cortes orçamentais.
Visão concentracionária que vai reduzir serviços
Jorge Espirito Santo, médico, salientou que o que se está a passar no Centro Hospitalar Barreiro – Montijo, - “é fruto de uma politica de saúde baseada nos orçamentos poupança”, situação que dá origem à “desvalorização do trabalho dos profissionais” e ao “desvio de serviços públicos para privados”.
Na sua intervenção referiu que a Portaria 82/2014 – “é o culminar” de politicas com uma “visão concentracionária” que “vai reduzir serviços”.
Sublinhou que são politicas cujo “objectivo fundamental é a redução orçamental”.
Jorge Espirito Santo lançou o alerta, salientando que – “esta estratégia vai ter custos” na “vida dos cidadãos”.
Matar-nos à nascença
“Não haverá mais naturais do Barreiro” – sublinhou Ana Porfirio, presidente da União de Freguesias do Barreiro e Lavradio, acrescentando – “é quase como matar-nos à nascença”.
A autarca referia-se ao perspectivado encerramento do serviço de Maternidade no Centro Hospitalar Barreiro – Montijo, se for aplicada a Portaria 82/2014.













