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Perspectivas

«O Barreiro está numa linha de prioridades» na estratégia de aumento da capacidade portuáriaafirma Marina Ferreira, Presidente da Administração do Porto de Lisboa

. “Que venha para o Barreiro” – defende Carlos Humberto, presidente da CMB

. Rui Garcia presidente da Câmara da Moita afirma que seu concelho “pode beneficiar”

Marina Ferreira, Presidente da Administração do Porto de Lisboa, hoje à tarde, no decorrer do Fórum de Desenvolvimento do Barreiro, nas Oficinas da EMEF, afirmou que “o Barreiro está numa linha de prioridades” no âmbito dos estudos que estão sendo realizados “para aumentar a capacidade portuária” do Porto de Lisboa.

3 min de leitura
«O Barreiro está numa linha de prioridades» na estratégia de aumento da capacidade portuária afirma Marina Ferreira, Presidente da Administração do Porto de Lisboa

Por Jornal Rostos

A Presidente da Administração do Porto de Lisboa recusou efectuar uma abordagem do tema de aumento da capacidade do Porto de Lisboa a partir de critérios de reflexão sobre “porto de aguas profundas”, sublinhando que uma análise a partir deste contexto conduz a um “debate inquinado”.
Na sua opinião o que interessa avaliar é “a mais valia”.

Contribuir para o desenvolvimento da região

Marina Ferreira, salientou que o “o Barreiro é muito porto” agora o que importa é avaliar a sua “revitalização” das “capacidades portuárias do Barreiro”.
“Estamos a falar de estudos, cenários, a partir do que temos e como pode contribuir para o desenvolvimento da região, que é Lisboa” – referiu.
Na sua intervenção sublinhou a importância das ligações marítimas para a economia.

Articulação com os eleitos locais

Sobre o futuro porto, salientou que as orientações que têm sido recebidas do Ministro, do Secretário de Estado, do Governo – “é a necessidade de desenvolvimento e melhorias do território” – trabalho que tem sido efectuado em “articulação com os eleitos locais”.
“Não discutimos profundidade dos portos” – salientou.

Barreiro está numa linha de prioridades

É neste contexto que se está a trabalhar, sublinhou Marina Ferreira, “aumentar a capacidade do portuária” ao nível da carga de contentorização.
Recordou que o Barreiro tem capacidades portuárias ao nível dos líquidos e granel, mas para receber outras vertentes carece de “obras e investimentos”.
“O Barreiro está numa linha de prioridades” – disse, mas, acrescentou – “é prematuro fazer promessas sem certezas”, porque “ainda não temos os estudos concluídos”.

Que venha para o concelho do Barreiro

No decorrer do mesmo painel, Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, recordou que nos projectos desenvolvidos para o território da Baía do Tejo, está contemplado o aumento da sua capacidade portuária.
“Nunca desistimos de aumentar a capacidade portuária do Barreiro, não é coisa de agora, o que é novo é a dimensão ” – referiu.
O autarca sublinhou que a região de Lisboa precisa de mais capacidade portuária e o Governo já decidiu que é – “na região sul” e “desistiu da Trafaria”.
“Espero que há-de ser no Barreiro. Que venha para o concelho do Barreiro” – afirmou.

A Moita pode beneficiar

Também presente no painel, Rui Garcia, presidente da Câmara Municipal da Moita, expressou a concordância do seu município que o aumento de capacidade portuária do Porto de Lisboa se localize no Barreiro – “a Moita pode beneficiar”.

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