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Perspectivas

Barreiro – Autarquia e Agentes económicos e sociais da «Avenida da Praia»Unir vontades para promover «imagem comum»

. Festa do sábado arranca ao «por-do-sol» e segue pela noite dentro

. Para promover a marca «Avenida da Praia» foi criado um logotipo

. “É com os micro empresários locais que é possível encontrar soluções”- afirmou o presidente da Câmara

Hoje, no decorrer de uma viagem no Tejo, no varino «Pestarola», a Câmara Municipal do Barreiro e os parceiros do projecto «Avenida da Praia» assinaram o «protocolo» tendo por objectivo dinamizar projectos que contribuam para valorizar aquela zona ribeirinha com uma «imagem comum».

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Barreiro – Autarquia e Agentes económicos e sociais da «Avenida da Praia» Unir vontades para promover «imagem comum»

Por Jornal Rostos

Márcia Calafate, Técnica da Câmara Municipal do Barreiro, do Gabinete de Desenvolvimento Económico, sublinhou que o caminhar para o final das obras do projecto REPARA, proporcionou o diálogo entre a autarquia e os diversos agentes sociais, desportivos, culturais e económicos da zona ribeirinha da Avenida da Praia.
Salientou que a finalidade foi procurar “juntar vontades” para “fazer alguma coisa nesta zona” que se quer que seja “uma zona turística”.

«Avenida da Praia» uma «identidade comum»

Nesse sentido foram realizadas diversas reuniões para reflectir e encontrar caminhos, numa abordagem sobre as “características únicas e muito próprias” da «Avenida da Praia» encontrando uma “identidade comum” e um “imagem comum”, e apostando na promoção de actividades de desporto, lazer, cultura e de desenvolvimento económico.
Para promover a marca «Avenida da Praia» foi criado um logotipo e também editado um «Guia de Desporto e Lazer».
Para marcar o arranque deste projecto, Márcia Calafate, divulgou que no próximo sábado vai realizar-se “uma festa” na Avenida da Praia com inicicio marcado para o «por-do-sol» e que ira prolongar-se pela noite dentro até ao nascer do sol.

Tejo e Coina uma zona bonita e com potencialidades

Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, salientou que este projecto se insere numa «visão estratégica do concelho do Barreiro» no âmbito da valorização da frente ribeirinha, que apesar de o autarca considerar que é «difícil de concretizar», o importante é “trabalhar” para que a cidade deixe de estar de “costadas voltadas para os rios”.
Salientou a importância de “reconstruir o concelho” de forma que este usufrua das suas frentes de rio do Tejo e Coina – “uma zona bonita e com potencialidades”.

Obras finais na Rua Miguel Pais avançam na próxima semana

O presidente da Câmara Municipal do Barreiro sublinhou que a autarquia está a trabalhar em “várias dimensões”, desde a actividade portuária na Quimiparque, passando pela valorização da muralha até ao Clube Naval. Referiu que, sobre esta obra a APL está disponível e em condições de “avançar amanhã”, desde que “haja apoios de fundos comunitários”.
O autarca recordou que a concretização das obras do programa REPARA “está incompleta”, ainda “há coisas por fazer”, existindo sete Travessas onde estão por realizar intervenções programadas, assim como acções nas Caldeiras de Alburrica.
Anunciou que as obras finais na Rua Miguel Pais deverão avançar na próxima semana.

«Que fazer na Avenida de Sapadores?»

Carlos Humberto, referiu que nos projectos que pretendem desenvolver na zona ribeirinha a zona da Avenida de Sapadores e a Estação Fluvial «é uma prioridade», assim como a antiga Doca da CP
“Que fazer na Avenida de Sapadores?” – interrogou.
Sublinhou que “há ideias” e sobre elas “estamos a trabalhar”.
Segundo o autarca, ontem, dois consultores ingleses visitaram o local para abordar “soluções futuras”.

Temos que caminhar neste juntar vontades

O presidente da Câmara Municipal do Barreiro sublinhou que a “requalificação urbana” é “inseparável” da actividade dos agentes económicos, desportivos e culturais.
“É com os micro empresários locais que é possível encontrar soluções” – disse, dando o exemplo deste projecto em curso na «Avenida da Praia».
Recordou que os empresários “não têm o hábito de trabalhar em comum” por essa razão “temos que caminhar neste juntar vontades”.
Referiu, ainda, que apesar da autarquia estar disponível, por vezes, nos serviços há situações de «complexidade» e de «muitas resistências», neste caminho de «trabalhar em conjunto».

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