Joaquim Miguel Judas com Festival «O Sol da Caparica»«Almada aposta na sua capacidade de atração turística»
. Festival “O Sol da Caparica” vai realizar-se entre os dias 14 e 17 de Agosto
Joaquim Miguel Judas, presidente da Câmara Muniocipal de Almada salientou que – “Almada aposta na sua capacidade de atração turística”, nesse contexto a vontade é que – “este festival possa ser uma grande realização no quadro nacional e internacional”.

Por Jornal Rostos
O Presidente da Câmara Municipal de Almada, Joaquim Miguel Judas, no decorrer da conferência de imprensa de apresentação do
Festival “O Sol da Caparica”, recordou que “há muitos anos se fala do Festival, mas só agora avança”.
O autarca sublinhou que “a Costa da Caparica precisa mais que um festival, precisa de um projecto de desenvolvimento turístico”. e considerou que assumir a realização do Festival é essa vontade de “associar o festival a um projecto turistico”.
O autarca salientou que a Costa da Caparica precisa de areia, porque não pode existir praia sem areias – “felizmente vamos ter areias” e “vamos ter o festival” que é resultado do “esforço de uma magnifica equipa” que trabalha de forma incansável desde Fevereiro.
A produção de língua portuguesa
Joaquim Miguel Judas, referiu que o festival foi possível porque diversas entidades se forma “aproximando à ideia de festival”, desde empresas a associações.
Segundo o presidente da Câmara Municipal de Almada, para a realização do festival existe uma aposta que tem por objectivo criar – “a distinção deste festival dos outros” que será – “a produção de língua portuguesa”.
“É essa a ambição do festival, realiza-lo em torno da língua portuguesa, na nossa capacidade de criar e produzir cultura” – sublinhou.
Realização no quadro nacional e internacional
Joaquim Miguel Judas, salientou que – “Almada aposta na sua capacidade de atração turística”, nesse contexto a vontade é que – “este festival possa ser uma grande realização no quadro nacional e internacional”.
No Festival vão passar músicos de Angola, Brasil e Portugal.
Espaço dedicado à Paz e às crianças
O autarca sublinhou que sendo – “Almada uma terra de causas” pretende que no Festival da Costa da Caparica, proporcionar um espaço dedicado à Paz e às crianças, sendo para tal, dedicado, no último dia uma programação especialmente direcionada para dinamizar – “o bem estar e pelo futuro feliz das nossas crianças”.
“O importante é que este festival contribua para o desenvolvimento do projecto turístico da Costa da Caparica” – referiu o autarca.
Importância dos pescadores da Costa da Caparica
Joaquim Miguel Judas, referiu igualmente a importância dos pescadores da Costa da Caparica, que ainda “não têm um porto de pesca”, expressando o seu desejo que o festival contribua para dar visibilidade às artes de pesca da Costa da Caparica, desenvolvida por homens e mulheres que merecem ser apoiados – “num país que tem como ambição o mar”.
Almada é o “berço de muitos grupos”
O presidente da Câmara Municipal de Almada sublinhou, igualmente, que Almada é o “berço de muitos grupos” de música portuguesa, por essa razão uma das linhas do festival perspectiva a “apresentação de grupos da nossa terra”.
Afirmação de uma marca Costa da Caparica
O Festival “O Sol da Caparica” vai realizar-se entre os dias 14 e 17 de Agosto próximo, na Costa da Caparica, um vento que pretende afirmar-se como – “um novo e inovador acontecimento.”
Numa intervenção de apresentação do Festival Joaquim Miguel Judas, recorda que “O Sol da Caparica” é um nome que nos remete para o tema do álbum “Portem-se bem” e um dos maiores êxitos da banda Peste & Sida, editado sob este mesmo título em 1989.
O autarca assume o compromisso com a população, que “O Sol da Caparica” contribuirá para a afirmação de uma “marca Costa da Caparica”, potenciando também as condições para que a procura e o usufruto desta área privilegiada pela natureza se possa projetar para além do verão, criando um “hábito novo” de vir à Costa da Caparica ao longo de todo o ano.
“A Costa da Caparica dispõe de condições naturais excecionais para se afirmar como polo de atração turística e de desenvolvimento económico do Concelho de Almada, da Área Metropolitana de Lisboa e do País” – sublinha Joaquim Miguel Judas.
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