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Perspectivas

Barreiro - «Da fábrica que desvanece à Baía do Tejo»A arte que nasce das memórias e inscreve-se no sentir da actualidade

A partir de hoje 13 de Setembro até 11 de Outubro de 2014, está patente no território da Baía do Tejo a exposição «Da fábrica que desvanece à Baía do Tejo».
Uma exposição onde a arte nasce das memórias e inscreve-se no sentir da actualidade e numa vontade de projectar o território na região.

2 min de leitura
Barreiro - «Da fábrica que desvanece à Baía do Tejo» A arte que nasce das memórias e inscreve-se no sentir da actualidade

Por Jornal Rostos

A residência artística “da fábrica que desvanece à Baía do Tejo” conta com os trabalhos de António Bolota, Dalila Gonçalves, Martinha Maia, Ricardo Jacinto, Valter Ventura e o coletivo Projecto Teatral.
A arte marca presença em diversos espaços do território da Baía do Tejo, inscrevendo-se nos lugares, quer através da fotografia, do desenho ou escultura.
Uma forma diferente de olhar e sentir os antigos espaços industrias, dando-lhes uma dimensão cosmopolita e abrindo a porta do território a visitantes da Área Metropolitana de Lisboa e da Península de Setúbal.

Um território repleto de signos

Cláudia Ramos, no programa distribuído aos visitantes salienta que “da fábrica que desvanece à Baía do Tejo” é mais que uma exposição, foi o mote lançado a um conjunto de artistas que durante três meses estiveram em residência no território da antiga Companhia União Fabril. Um território repleto de signos, e de memórias, marcas de um história inconfundível na indústria nacional”.

Encontro com a criatividade dos jovens artistas

Visitar a exposição “da fábrica que desvanece à Baía do Tejo”, para além de um encontro com a criatividade dos jovens artistas contemporâneos, permite um encontro com o Parque Empresarial, um olhar sobre Lisboa das margens do tejo sentir o pulsar de um território que está em fase de requalificação.
A mostra que vai estar patente até ao próximo dia 11 de outubro, conta com o apoio da Baía do Tejo e da Fundação Calouste Gulbenkian.

A exposição pode ser visitada
De 4ª a 6ª feira às 17 horas
Sábados e Domingos às 10h30 e 17horas

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