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Perspectivas

Exposição no Barreiro faz a ponte entre o complexo da CUF até à Baía do Tejo«A actividade cultural vai para além do território do Barreiro»

. Pelo segundo ano consecutivo regista-se um crescimento de empresas na Baía do Tejo

. Desenvolvimento do conceito “cidade de duas margens”

No decorrer da apresentação do projecto «Da fábrica que desvanece à Baía do Tejo», Sérgio Saraiva, do Conselho de Administração da Baía do Tejo, sublinhou que a “dimensão cultural” é uma via que contribui para a promoção do território da Baía do Tejo.

3 min de leitura
Exposição no Barreiro faz a ponte entre o complexo da CUF até à Baía do Tejo «A actividade cultural vai para além do território do Barreiro»

Por Jornal Rostos

Ontem à tarde, no Museu Industrial do Barreiro, no decorrer da recepção aos participantes na «visita de estudo» com o objectivo de apresentar o projecto «Da fábrica que desvanece à Baía do Tejo», Sérgio Saraiva, do Conselho de Administração da Baía do Tejo, referiu que o Parque Empresarial do Barreiro conta actualmente com 150 empresas.
Recordou que, nos últimos tempos, o Conselho de Administração da Baía do Tejo tem vindo a desenvolver acções de promoção do território as quais têm contribuído para “inverter a tendência” que se registava de decréscimo de empresas.
“Pelo segundo ano consecutivo apontamos para um crescimento de empresas” – referiu Sérgio Saraiva.

Desenvolvimento do conceito “cidade de duas margens”

O administrador da Baía do Tejo sublinhou a importância do território da Baía do Tejo na consolidação e desenvolvimento do conceito “cidade de duas margens”, afirmando o território na Área Metropolitana de Lisboa.
Sublinhou que na promoção do território da Baía do Tejo o Conselho de Administração desenvolve uma estratégia com base numa “vertente empresarial” procurando dar a conhecer as “potencialidades económicas”, atraindo empresas que ao nível nacional, quer ao nível internacional.

Via cultural também consegue garantir a promoção deste território

Por outro lado, Sérgio Saraiva, referiu que ao nível estratégico existe também uma aposta numa “dimensão cultural”.
“A via cultural também consegue garantir a promoção deste território” – salientou, acrescentando que – “a actividade cultural vai para além do território do Barreiro”.
Recordou que a Baía do Tejo contribui para diversos projectos culturais, dando os exemplos do OUT.FEST e do Barreiro Rocks.

Ponte entre o complexo da CUF até à Baía do Tejo

Sobre o projecto «Da fábrica que desvanece à Baía do Tejo», salientou que “faz a ponte entre o complexo da CUF até à Baía do Tejo”.
“Esta é uma oportunidade única para que a população da região conheça a realidade deste território” – sublinhou Sérgio Saraiva.
Referiu que o projecto «Da fábrica que desvanece à Baía do Tejo» é uma “mostra” que propõe uma “interpretação” que estabelece a “fronteira entre o que foi o nosso passado e perspectiva o que seja o futuro”.
Sérgio Saraiva sublinhou que é fundamental pensar os “projectos” com uma visão sobre o “o futuro do território”.

Exposição «Da fábrica que desvanece à Baía do Tejo».

Até 11 de Outubro de 2014, está patente no território da Baía do Tejo a exposição «Da fábrica que desvanece à Baía do Tejo».
Uma exposição onde a arte nasce das memórias e inscreve-se no sentir da actualidade e numa vontade de projectar o território na região.

A exposição pode ser visitada
De 4ª a 6ª feira às 17 horas
Sábados e Domingos às 10h30 e 17horas

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