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Perspectivas

No Barreiro há 4.000 fogos por ocuparreferiu Rui Lopo no decorrer do debate na Associação dos Proprietários do Barreiro

. Investimentos a realizar na reabilitação do tecido urbano do concelho calculados na ordem dos 144 milhões de euros

Hoje à tarde, nas instalações da Associação dos Proprietários do Barreiro, no decorrer de um encontro de reflexão sobre o Barreiro Velho e politica fiscal local, Rui Lopo, vereador responsável pela área do Planeamento da Câmara Municipal do Barreiro, divulgou que actualmente há cerca de 4.000 fogos por ocupar no concelho do Barreiro, sublinhando que este é um problema que se faz sentir por todo o país.

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No Barreiro há 4.000 fogos por ocupar referiu Rui Lopo no decorrer do debate na Associação dos Proprietários do Barreiro

Por Jornal Rostos

No encontro-reunião de trabalho entre a Câmara Municipal do Barreiro e a Associação dos Proprietários do Barreiro, estiveram em análise os incentivos à reabilitação urbana, em especial no Barreiro Velho e a politica fiscal local, designadamente sobre taxas do IMI.

Plano Estratégico de Reabilitação Urbana

Rui Lopo, divulgou que a Câmara Municipal do Barreiro está a desenvolver um «Plano Estratégico de Reabilitação Urbana» para o território do concelho, estando os custos previstos com os investimentos a realizar na reabilitação do tecido urbano calculados na ordem dos 144 milhões de euros.
O autarca salientou que o problema da reabilitação urbana afecta todo o país, não só ao nível do Parque Habitacional, mas também na sua envolvente.
“Este é um problema sério” – sublinhou.

Há situações complicadas noutros pontos do concelho

O vereador do Planeamento salientou que a estratégia de reabilitação da autarquia não é dirigida apenas para a zona histórica do Barreiro.
“Porque já há situações complicadas noutros pontos do concelho” - sublinhou.
Rui Lopo referiu que o documento estratégico - «Plano Estratégico de Reabilitação Urbana» - vai entrar em “fase de discussão pública.
“A reabilitação urbana está para nós longe de se confinar ao Barreiro Velho” – referiu.

Opções a tomar relativamente ao «Barreiro Velho»

No decorrer da reunião foram efectuadas abordagens diferenciadas do conceito “reabilitação urbana”.
Nuno Silva, dirigente da Associação dos Proprietários do Barreiro, defendeu que devia dar-se prioridade a politicas de “regeneração urbana” gerando “mudanças nas envolventes” de forma a “valorizar-se o património” e perspectivou a necessidade de serem desenvolvidos projectos com os proprietários.
Neste contexto colocou interrogações sobre as opções a tomar relativamente ao «Barreiro Velho».
“Como dar massa critica ao Barreiro Velho para se regenerar?” – interrogou.
Rui Lopo, sublinhou que a estratégia da autarquia perspectiva o Barreiro Velho como “um sitio para viver, ter comércio e serviços”, apostando em “tirar partido das vivências e das paisagens”.
“A Câmara Municipal do Barreiro procura ser um catalisador das vontades e usos” .-salientou.

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