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Perspectivas

Barreiro - «Cidade Sol e Quinta da Mina Cidade para Todos»«Convictamente digo: vamos continuar a caminhada»
afirmou o Presidente da Câmara

Na abertura do 3º Seminário sobre Regeneração Urbana - “Cidade Sol e Quinta da Mina Cidade para Todos”, hoje, na Escola Superior de Tecnologia do Barreiro, Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, referiu que o trabalho realizado “foi bom” mas “insuficiente para as necessidades”.

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Barreiro - «Cidade Sol e Quinta da Mina Cidade para Todos» «Convictamente digo: vamos continuar a caminhada» afirmou o Presidente da Câmara

Por Jornal Rostos

O presidente da Câmara Municipal do Barreiro recordou que a Urbanização da Cidade Sol, nasceu nos anos 60/70, com um modelo de urbanismo marcado pela “pela qualidade de organização do espaço urbano”.
Por outro lado referiu que nos anos 90, no âmbito do PER, que visava acabar com as barracas na Área Metropolitana de Lisboa, na Quinta da Mina, 13 edifícios foram destinados a Bairro Social.

Não prometi resolver o problema

O autarca sublinhou que, ainda no período da campanha eleitoral, quando da sua primeira candidatura a presidente de Camara, em contactos com a população, tomou consciência do ambiente de “descrença” e de “agravamento de problemas” na zona da Cidade Sol, devido ao “choque de culturas”.
Referiu que sentia que existia “um processo de dificuldades e complexo” e cuja resolução era “um processo de gerações”.
“O sentimento que encontrei era que tínhamos desistido” – referiu.
“Não prometi resolver o problema, mas sim de não desistir de encontrar soluções” – sublinhou.

Nunca abdicamos de intervir

Carlos Humberto, afirmou que “a vida tem provado” que este é “um processo exigente” que tem sido desenvolvido “com muitos conflitos” e por vezes com “insegurança”.
“Mas nunca abdicamos de intervir” , disse.
“Demos alguns passos, há muito por fazer, até aqui fizemos parte do caminho”, sublinhou o autarca.

«Conselho Participativo” uma medida estruturante

O presidente da Câmara Municipal do Barreiro referiu que no âmbito do projecto «Cidade para todos», uma preocupação foi o envolvimento das populações – “foi um elemento nodal” – referindo a criação do «Conselho Participativo”, como uma medida estruturante.
No programa «Cidade para todos» referiu três pilares de acção: as pessoas; os espaços e o edificado.
Recordou como a crise e empobrecimento generalizado que abalou o país afectou os moradores da Quinta da Mina, mas também os moradores da Cidade Sol, muitos deles atingidos pelo desemprego.
A constituição do CLDS, apesar de “erros” e “alterações estratégicas” deu um contributo fundamental no apoio à integração das pessoas.

Não foi possível executar toda a candidatura

No que diz respeito à intervenção do espaço público, foi apresentada uma candidatura para intervir nos territórios da Quinta da Mina e Cidade Sol – “que não foi possível executar toda a candidatura”, que por dificuldades financeiras do município, quer do Poder Central.
“Fizemos 1/3”, disse, naquilo que foi definido – “agora é preciso fazer os outros 2/30”.
Referiu que a construção do Centro de Saúde de Santo António da Charneca – com a situação dos espaços envolventes por solucionar - valorizou aquele espaço urbano.

Em 2015 vai ser recuperado um edifício

Sobre o edificado, o autarca recordou que as diversas candidaturas apresentadas não foram aprovadas. Foram feitas algumas obras.
No ano 2015, divulgou vai ser realizada intervenção apenas em um edifício, e alguns melhoramentos noutros.

Vamos continuar a caminhada

O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, como avaliação do trabalho realizado afirmou que – “foi bom” embora “insuficiente para as necessidades”.
“Convictamente digo: Vamos continuar a caminhada”.
O realização do Seminário sublinhou pode ser um espaço para recolhermos contributos.

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