Barreiro está disponível para ser um grande polo da actividade portuária da região e Portugalafirmou o presidente da CMB na Ordem dos Engenheiros
“Defendo a ampliação da actividade portuária no Barreiro, porque desejo o desenvolvimento da minha terra”, referiu Carlos Humberto, ontem à tarde, em Lisboa, no decorrer do debate sobre “A localização do novo terminal de Contentores no Barreiro”, promovido, pela Ordem dos Engenheiros.
“Há empresas privadas a dizer que sim”, salientou o autarca.

Por Jornal Rostos
Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, ontem à tarde, no decorrer da sessão sobre “A localização do novo terminal de Contentores no Barreiro”, afirmou que – “o Barreiro está disponível para ser um grande polo da actividade portuária da região e Portugal” .
O autarca recordou que a Área Metropolitana de Lisboa “só cumpre o seu papel se crescer para sul”.
“O país precisa de uma Área Metropolitana desenvolvida nas duas margens”, disse.
Desafio que hoje se coloca ao país
O presidente da Câmara Municipal do Barreiro na sua intervenção recordou que foi constituído um «grupo de estudo» para analisar investimentos “essenciais para o desenvolvimento do país” que perspectivou a necessidade de “um novo porto” e “alargamento na Área Metropolitana” de Lisboa.
Na sua opinião esta tem que ser uma “base de partida que não podemos ignorar”.
O autarca referiu que existiu “um erro nas últimas décadas que foi o país – “secundarizar as nossas capacidades produtivas” e “ganhar capacidade de criar riqueza”.
“Este é o desafio que hoje se coloca ao país, à Área Metropolitana de Lisboa e ao Barreiro”, disse.
Um polo de actividade económica e industrial
Recordou que o Barreiro sofreu “o golpe de acabarem com as fábricas” e considerou ser necessário que o país volte a “investir nas actividades produtivas”.
“O Barreiro está disponível para ser um polo de actividade económica e industrial e contribuir para o desenvolvimento do país”, sublinhou.
Área metropolitana de duas margens
O autarca salientou que ao nível estratégico, o Barreiro definiu que a sua “actividade portuária devia ser ampliada”, complementando as suas actuais capacidade ao nível de Terminal de Liquidos e Terminal de granel.
Referiu sobre o projecto de alargamento do Porto de Lisboa que devemos não devemos “analisar o investimento pelo investimento”, mas sim pelo “seu impacto na região”.
Criar diferentes polos de centralidade
“O país precisa de uma Área Metropolitana desenvolvida, uma área metropolitana de duas margens”, disse.
“ A Área Metropolitana de Lisboa só cumpre o seu papel se crescer para sul, desenvolvendo a actividade económica, promovendo criação de riqueza e criar diferentes polos de centralidade”, sublinhou.
“Defendo a ampliação da actividade portuária no Barreiro, porque desejo o desenvolvimento da minha terra”, referiu Carlos Humberto.
Estamos de acordo com a actividade portuária
“Estamos de acordo com a actividade portuária”, sublinhou o autarca, referindo que ao longo dos anos já afirmou essa posição perante quatro ou cinco Secretários de Estado, de diferentes governos, porque considera que – “o desenvolvimento da actividade portuária é boa para a região e apara o país”.
O presidente da Câmara Municipal do Barreiro salientou que do ponto de vista dos técnicos – “é possível construir o porto no Barreiro”, agora trata-se de discutir se “é possível” e se é “rentável e sustentável”.
“Há empresas privadas a dizer que sim”, salientou o autarca.
Aumentar a capacidade portuária na Área Metropolitana de Lisboa
O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, sobre os impactos ambientais, sublinhou – “nós conehcemnos porque os sentimos”, e sobre os dados apontados pelo Bastonário da Ordem dos Engenheiros, referiu – “há estudos mais recentes a ter em conta”.
Referiu que a construção do Porto no Barreiro, agora, perante opções da União Europeia, que considera esta actividade como uma “prioridade”, deve ser tomada em consideração e tomar decisões.
“Nós precisamos de aumentar a capacidade portuária na Área Metropolitana de Lisboa, o país precisa”, disse.
Tem que se cerzir com a malha urbana
O autarca pontou algumas preocupações quew se colocam perante a decisão de construir o Porto de Contentores no Barreiro, nomeadamente ao nível de acessibilidades, avaliar os impactos económicos na região, a inserção urbana – “tem que se cerzir com a malha urbana”.
“O Barreiro está disponível para ser um grande polo de actividade portuária na região e Portugal”, sublinhou o presidente da Câmara Municipal do Barreiro.













