«Sfal faz parte da raiz cultural e da história do concelho do Barreiro»afirmou Rui Lopo, vereador da Câmara Municipal do Barreiro
No decorrer da sessão Lurdes Sales, presidente da Direcção da SFAL, agradeceu os apoios da União de Freguesias do Barreiro e Lavradio e da Câmara Municipal do Barreiro que disse – “têm ficado muito aquém da nossa realidade”.

Por Jornal Rostos
A Mesa que presidiu a sessão foi composta por José Miguel, Presidente da Mesa da Assembleia Geral; Lurdes Sales, Presidente da Direcção; Lurdes Gonçalves, Presidente do Conselho Fiscal; Jaime Santa, da Federação Portuguesa de Campismo e Caravanismo; António Raposo, em representação da União de Freguesias do Barreiro e Lavradio e Rui Lopo, Vereador da Câmara Municipal do Barreiro.
Após a actuação das «Mordomas da SFAL» que abriram a sessão, escutou-se o Hino da SFAL e foi guardado um minuto de silêncio em memória de todos os associados da Colectividade que como referiu o Presidente da Mesa da Assembleia Geral – “construíram a realidade que hoje nós somos”.
SFAL merece ser olhada com respeito pelas instituições
José Miguel, sublinhou que ao longo dos anos – “a SFAL tem crescido como instituição e tudo tem feito para honrar o facto de ser a Colectividade mais antiga do concelho do Barreiro e das mais antigas da região”.
Referiu que a SFAL é um espaço de “encontro de gerações” e para o provar as próprias presenças na sessão solene associados com 25 e 50 anos de vida associativa, dirigentes novos e a presença da – “Mariana que tem dois anos e é a mais jovem associada da SFAL”.
“A SFAL merece ser olhada com respeito pelas instituições, porque somos parte da história da comunidade “, sublinhou o presidente da Mesa da Assembleia Geral.
Ninguém deve estar na vida associativa e nesta casa a fazer sacrifícios
Lurdes Sales, presidente da Direcção, recordou que a sua vida está ligada à SFAL desde os seus nove anos de idade e expressou a sua satisfação por nos dias de hoje – “abraçar a liderança da SFAL” acompanhada de “uma equipa jovem” e “empenhada”.
“Juntos aprendemos todos os dias, a partilha enriquece-nos e dá força ao trabalho de equipa”, disse.
Salientou que – “ninguém deve estar na vida associativa e nesta casa a fazer sacrifícios, todos devemos estar aqui por prazer”.
Referiu que – “temo-nos esforçado por cumprir o nosso programa eleitoral que tem como lema –‘Viver o Associativismo-Viver a SFAL” e para isso levamos à prática diversas actividades desportivas, recreativas e culturais”.
O problema é a falta de dinheiro
A presidente da Direcção da SFAL sublinhou que a vida da Colectividade é feita do trabalho dos dirigentes, dos funcionários do café, dos técnicos, dos atletas- da música, do teatro, do karaté, da ginástica - dos associados que encontram na Colectividade um espaço para conviver e crescer – “são todas estas pessoas que fazem a SFAL”.
Referiu as dificuldades que existem para solucionar problemas de obras nas instalações, referiu a situação da sala de convívio que – “não é aconchegante” e as obras que são necessárias e causam preocupações.
“O problema é a falta de dinheiro, esse é o nosso problema, por isso não conseguimos fazer coisas que gostávamos de fazer, por em prática ideias. Temos cumprido com o pagamento dos salários e despesas a fornecedores e todas as despesas fixas, com um controle de receitas e despesas, com muito rigor” sublinhou Lurdes Sales.
Agradeceu os apoios da União de Freguesias do Barreiro e Lavradio e da Câmara Municipal do Barreiro que disse – “têm ficado muito aquém da nossa realidade”.
“Vamos continuar a escrever páginas da história da velhinha SFAL, uma história muito bonita que tem dado muito aos lavradienses e vai continuar a dar muito aos lavradienses”, sublinhou a presidente da Direcção da SFAL.
Uma casa de encontro de gerações
Lurdes Gonçalves, Presidente do Conselho Fiscal, referiu a emoção que sentiu ao ver entrar a bandeira da SFAL quando na abertura se escutou o hino da Colectividade.
Recordou que foi nesta casa que seus filhos praticaram desporto e aprenderam música e que essa formação contribuiu para o futuro que assumiram nas suas vidas – “eles formaram-se aqui” e a formação que aqui receberam foi determinante para as suas escolhas de vida.
Sublinhou que a SFAL é uma casa de encontro de gerações de crianças e adultos.
Uma colectividade que vive com força e determinação
Num segundo momento da Sessão Solene escutou-se uma actuação da Banda Outbreak da Escola de Música da SFAL.
As colectividades presentes entregaram lembranças.
Jaime Santana, em representação da Federação Portuguesa de Campismo e Caravanismo, sublinhou a dinâmica da SFAL e entregou uma lembrança para evocara e efeméride.
No decorrer da sessão foram entregues emblemas de prata aos associados que completaram 25 anos de vida associativa e emblemas de ouros aos associados que completaram 50 anos de vida associativa.
Foram homenageados atletas de Karaté e Ginástica.
António Raposo, em representação da União de Freguesias do Barreiro e Lavradio salientou que a SFAL é uma colectividade que vive com “força e determinação” e que é importante continuar a – “dar continuidade à história da velhinha”.
Tenho marcas que nunca irei esquecer
Irene Roque, que recebeu o emblema de 25 anos de associada sublinhou nesta casa – “tenho marcas que nunca irei esquecer” aqui, disse, “vivi muitos momentos maravilhosos” e, por isso, continuo a dizer – “estou aqui”.
Esta é minha casa, da minha filha e das minhas netas
Luis Simão, que recebeu o emblema de 50 anos, recordou que foi no ano de 1964 que “entrei para esta casa”, evocou os tempos dos Jogos Juvenis do Barreiro, e que sentiu ao longo dos anos primeiro a sua filha, depois as suas netas, fazerem parte da vida da colectividade como ginastas – “esta é minha casa, da minha filha e das minhas netas, à SFAL Obrigado”.
Quando aqui estou recordo sempre o meu avô
Rui Lopo, Vereador da Câmara Municipal do Barreiro, recordou que quando jovem viveu nesta Colectividade – “quando aqui estou recordo sempre o meu avô” e sinto a “ausência de pessoas que continuam presentes”.
“Estar na SFAL é difícil falar”, disse, porque sente a Colectividade misturada com as recordações de sua vida.
A SFAL tem resistido
Salientou que as dificuldades que a SFAL vive são as mesmas que se sentem no concelho do Barreiro – “a SFAL é um espelho do concelho, do momento que atravessamos” .
“A SFAL tem resistido até aqui e irá continuar a resistir e vencer a partir daqui”, sublinhou.
O autarca salientou a importância do movimento associativo no concelho do Barreiro – “tem um significado especial na nossa história e no futuro do concelho”.
“A SFAL faz parte da raiz cultural e da história do concelho do Barreiro, pela cultura que se faz e vive de forma dinâmica pelos serviços que tem prestado à população”, afirmou.
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Outbreak - Banda da Escola de Música da SFAL
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