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Perspectivas

Moita e Barreiro unem «esforços» financeiros e técnicosVisando construção de Centro Intermunicipal de Recolha de Animais Errantes

. Custos calculados na ordem dos 335 mil euros

. Tipologia de equipamento é do mais moderno

No decorrer da Assinatura de Protocolo entre Barreiro e Moita com vista à construção do Centro Intermunicipal de Recolha de Animais Errantes, foi salientado por Rui Garcia, que - “este é um bom exemplo para o futuro, para continuarmos a prestar um bom serviço público”.

Carlos Humberto, lançou o repto para que no âmbito do próximo Quadro Comunitário de Apoio os municípios avaliem esta perspectiva de soluções conjuntas como – “um caminho” para resolver problemas.

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Moita e Barreiro unem «esforços» financeiros e técnicos Visando construção de Centro Intermunicipal de Recolha de Animais Errantes

Por Jornal Rostos

Hoje à tarde, na Sala de Sessões nos Paços do Concelho do Barreiro, realizou-se a Assinatura de Protocolo entre a Câmara Municipal do Barreiro e a Câmara Municipal da Moita com vista à construção do Centro Intermunicipal de Recolha de Animais Errantes.
O protocolo foi assinado pelos Presidentes das duas Autarquias, Carlos Humberto de Carvalho (CMB) e Rui Manuel Marques Garcia (CMM).

Custos calculados na ordem dos 335 mil euros

Nuno Magalhães, arquitecto, recordou que este projecto “começou no Barreiro” e “abraçou a Moita”, dado ser um equipamento que – “faz falta nos dois municípios”.
Referiu que o Centro Intermunicipal de Recolha de Animais Errantes vai contar com 36 boxes para cães, um gatil para 30 gatos e 33 Células de Quarentena.
O equipamento vai ser construído numa área junto ao actual Mercado Abastecedor, no Alto da Paiva.
Para além da área de recolha de animais, existe uma área Administrativa e o Gabinete do Veterinário.
O concurso para a construção vai abrir nos próximos meses, prevendo-se o inicio da obra em Julho de 2015, estando os custos calculados na ordem dos 335 mil euros, suportados pelos dois municípios.
Interrogado sobre eventuais efeitos sonoros do equipamento, foi sublinhado que a sua localização, para além de ter na envolvente uma zona de árvores que funciona como barreira ao som, na proximidade não existem residências.

Equipamento é do mais moderno

Sofia Martins, vice presidente da Câmara Municipal do Barreiro, salientou que a elaboração do projecto “envolveu os trabalhadores dos dois municípios” em todo o processo de reflexão e concepção.
A autarca referiu que os técnicos das duas autarquias vão acompanhar todo o processo de concurso e acompanhamento da empreitada.
A vice presidente da Câmara Municipal do Barreiro salientou que – “esta tipologia de equipamento é do mais moderno que existe”, sendo resultado de um trabalho de pesquisa e investigação de diversas experiências no país.
Nuno Magalhães sublinhou que ao nível da Direcção Geral de Veterinária, existe – “pouco apoio técnico” ou “normas orientadoras” para projectos desta natureza.

Este é um bom exemplo para o futuro

Rui Garcia, Presidente da Câmara Municipal da Moita, sublinhou que a assinatura deste protocolo – “é uma prática que devia ser promovida com outros municípios”.
O autarca referiu que – “juntar esforços” para resolver “problemas sentidos por ambos” torna mais fácil encontrar “soluções partilhadas”, porque é – “mais difícil resolver sozinhos” e assim “encontramos respostas”.
“Com o esforço financeiro de cada um, estas soluções permitem obter mais resultados e poupar recursos”.
“Este é um bom exemplo para o futuro, para continuarmos a prestar um bom serviço público”, disse Rui Garcia.

Resolver o problema dos dois municípios
Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, sublinhou que – “este processo é um caminho”.
Recordou que as instalações existentes no Barreiro estavam “desadequadas” e “há muito que procurávamos uma solução de mais qualidade”.
“A solução foi encontrada, com esta mais valia de resolvermos o problema dos dois municípios”, disse.
O edil recordou que esta solução permitiu “economias financeiras” e “respostas melhores”.

Envolver mais que um concelho e até a região

O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, recordou que a proximidade entre concelhos deve permitir “encontrar soluções conjuntas”, sublinhando que “este exemplo” deve ser visto com outros concelhos da região.
“Até podem existir soluções que podem envolver mais que um concelho e até a região”, referiu.
O autarca lançou o repto para que no âmbito do próximo Quadro Comunitário de Apoio os municípios avaliem esta perspectiva, afirmando – “este é um caminho que iremos fazer”.

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