Barreiro e Moita em Vigília pelo Serviço Nacional de SaúdeMoção exige demissão do Ministro da Saúde
No final, numa moção aprovada, foi exigida a demissão do Ministro da Saúde e toda a sua equipa, dado que pela sua acção politica – “criaram o caos nos serviços de saúde pública”.

Por Jornal Rostos
José Manuel Fernandes, da Comissão de Utentes dos Serviços de Saúde, no final da Vigilia realizada, ontem à noite, junto ao Centro de Saúde do Lavradio, apresentou uma moção, onde é sublinhado que o direito à saúde consagrado na Constituição da República e um dos direitos humanos, assim como o Serviço Nacional de Saúde, como garantia de serem prestados cuidados de saúde a todos, têm vindo a ser “precarizdos” pelas politicas do actual governo e “pela incompetência do Ministro da Saúde” que – “criaram o caos nos serviços de saúde pública”.
Obras nas Urgências do Hospital do Barreiro
No texto da moção aprovada pelos participantes na vigília, é exigia da demissão do Ministro da Saúde e toda a sua equipa, assim como do presidente do Conselho de Administração da Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.
Por outro lado, e defendida e exigida a construção dos Centros de Saúde do Alto do Seixalinho, Baixa da Banheira e do Montijo.
Refere-se, igualmente a realização das obras nas Urgências do Hospital do Barreiro e a reabertura do Hospital do Montijo.
Acrescenta-se a urgência de admissão de médicos e enfermeiros para o Centro Hospitalar Barreiro e montijo e Centros de Saúde.
48.375 utentes sem médicos de família.
O representante do MUSPI, na abertura da vigília, referiu que o actual governo tem feito um “ataque cerrado ao Serviço Nacional de Saúde” e lançou o apelo, afirmando – “a nossa luta não pode parar” porque são – “os Cuidados Primários de saúde que estão em causa”.
Frederico Pereira, presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, salientou que a mudança de politicas – “passa pela demissão deste governo, que tem sido a causa que tira as condições de saúde ao todos os barreirenses ”.
João Neves, assessor do Grupo Parlamentar do PCP, referiu que existem 48.375 utentes sem médicos de família.
Serviços de Urgência estão caóticos
Vivina Nunes, vereadora da Câmara Municipal da Moita, sublinhou a importância de ser construído o Centro de Saúde da Baixa da Banheira – “a luta tem que ser o nosso caminho”, disse.
Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, salientou que a saúde é um direito de todos os portugueses – “não podemos permitir que seja destruído o Serviço Nacional de Saúde”.
Maria Fernanda Ventura presidente da Direcção da AMPM - Associação de Mulheres com Patologia Mamária, referiu que no Hospital do Barreiro, faltam médicos enfermeiros, “há equipas desestruturadas” e os “serviços de urgência estão caóticos”
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