Barreiro - Uma tarde com poemas à solta«Eu barreirense nascido em Ponta do Sol»
Rui Lopo, vereador da Câmara Municipal do Barreiro, sublinhou que – “Jorge Fagundes é uma personalidade da terra”, um homem “conhecedor”, “atento” e “critico com acutilância” nos seus escritos.

Por Jornal Rostos
Hoje, na Cooperativa Cultural Popular Barreirense, realizou-se a apresentação do livro de poemas, «Dois Suspiros», de Jorge Fagundes, uma casa cheia de amigos e personalidades da vida local.
Nuno Soares, da direcção da Cooperativa Cultural Popular Barreirense, na abertura da sessão referiu que a – “cooperativa está aberta aos barreirenses e aos que fazem do Barreiro a sua terra”.
“É uma casa de porta aberta”, disse.
Salientou que quando – “as emoções são escritas em livro” este facto “ é um acontecimento cultural” e a “cooperativa enche de poesia”.
Uma vida de inquietude e solidariedade
Rogélia Costa, apresentou o autor, referindo que nasceu na Madeira e radicou-se no Barreiro há cerca de 70 anos, tendo frequentado a escola nova, a escola Alfredo da Silva e licenciou-se na Faculdade de Direito de Lisboa.
Salientou que na sua actividade cívica foi vereador, deputado municipal e metropolitano, desenvolveu actividades na vida associativa e colaborou em diversos órgãos de comunicação regional.
“O Barreiro está presente na sua vida”, sublinhou – “uma vida de inquietude e solidariedade” que “transformou em poemas”
O poeta é que se diz
Fernanda Rafael Afonso, autora do prefácio da obra, que “o poeta é que se diz”, “o poeta é que se fala”, porque “não há quem diga o poeta”.
No prefácio refere que “as melódicas palavras de Jorge Fagundes farão vibrar as cordas mais profundas do coração do leitor”.
Critico com acutilância nos seus escritos
Rui Lopo, vereador da Câmara Municipal do Barreiro, sublinhou que – “Jorge Fagundes é uma personalidade da terra”, um homem “conhecedor”, “atento” e "critico com acutilância” nos seus escritos.
Expressou a sua satisfação de agora “conhecer este outro lado da sua personalidade- o poeta”.
Eu barreirense nascido em Ponta do Sol
Jorge Fagundes, sublinhou – “sendo vaidoso quanto baste, neste dia estou feliz”.
“Eu barreirense nascido em Ponta do Sol”, disse.
O poeta agradeceu a diversas entidades e personalidades que deram o seu contributo para esta obra, nomeadamente ao Kira, autor das ilustrações, a Rafael Gama (filho de Kira), autor da capa e Fernanda Rafael Afonso, autora do prefácio.
Referiu a presença de colegas de escola da primária ao universitário, assim como a presença de Helder Madeira e Carlos Mauricio que, tal como ele próprio, integraram o primeiro executivo da Câmara Municipal do Barreiro, eleito após o 25 de Abril – “uma Câmara de sonhos e de ilusões que consubstanciou anseios de antes do 25 de Abril”.
Uma tarde com poemas à solta
Na sessão forma declamados poemas por Maria João Quaresma, Paulino Santos, Luciano Barata, Ana Porfirio e outros que se associaram de forma voluntária naquela festa da poesia.
Vieira, musicou e cantou poemas de Jorge Fagundes, numa tarde que Jorge Fagundes vai guardar, que marca a sua estreia no mundo da poesia.
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