Banco da China ICBC «o maior banco do mundo» com os olhos no Barreiro«Parecem interessados pelas perguntas que foram fazendo»
"São investidores chineses que vieram visitar Portugal e aproveitaram para conhecer as potencialidades do Barreiro, do novo porto e Terminal de Contentores. É mais uma entidade interessada e, pelo que percebemos, é o maior banco do mundo. São conversas exploratórias, é mais um passo importante", disse aos jornalistas o presidente da Câmara Municipal do Barreiro.

Por Jornal Rostos
A comitiva foi recebida pelo presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto, Vereador Rui Lopo, responsável pela área do Planeamento, Paulo Gamito, da Administração da Baía do Tejo e Marina Ferreira, da administração do Porto de Lisboa.
No encontro nas instalações da Baía do Tejo, junto à maquete do Parque Empresarial do Barreiro foram dados esclarecimentos sobre a localização do Terminal de Contentores, que irá conquistar ao Rio Tejo uma área da ordem dos 100 Hectares e que terá como área logística os cerca de 350 hectares do Parque Empresarial do Barreiro.
O maior banco do mundo
No final da visita, Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, referiu aos jornalistas, que foi – “uma visita positiva”.
"São investidores chineses que vieram visitar Portugal e aproveitaram para conhecer as potencialidades do Barreiro, do novo porto e Terminal de Contentores. É mais uma entidade interessada e, pelo que percebemos, é o maior banco do mundo. São conversas exploratórias, é mais um passo importante", disse o presidente da Câmara Municipal do Barreiro.
“Parecem interessados pelas perguntas que foram fazendo. Andam à procura de aplicar o seu dinheiro”, disse Carlos Humberto.
“Da Câmara Municipal do Barreiro e da Administração do Porto de Lisboa há toda a abertura para receber toda a gente, nos mais diversos pontos de vista”, sublinhou o autarca
Mais valia da operação logística, portuária e industrial
“Estes negócios fazem-se com fundos”, sublinhou o Presidente da Câmara Municipal do Barreiro.
Recordou que ao nível de Fundos Comunitários, para além da eventualidade de verbas que possam ser canalizadas através do Plano Junker, não estão previstos financiamentos.
Referiu que os Fundos comunitários – “são sempre importantes” e os que existem serão para – “descontaminação, acessibilidades e mobilidade”.
O edil sublinhou que aquilo que irá determinar a decisão dos investidores privados será a mais valia que encontrarem na operação logística, portuária e industrial.
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