Barreiro - Sessão Pública do movimento «Tempo de Avançar»A esquerda tem que convergir
“Criar uma alternativa concreta que possa ser Governo, participante nas decisões de mudança no país” referiu ontem à noite, Renato Carmo, da candidatura «Tempo de Avançar», numa Sessão Pública no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro .
“Em primeiro lugar” será “estar contra a austeridade”, sublinhou.

Por Jornal Rostos
No Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro, ontem à noite, realizou-se uma Sessão Público do movimento «Tempo de Avançar», que contou com a participação de Ana Drago e Renato Carmo.
A esquerda tem que convergir
Renato Carmo referiu que a candidatura Cidadã TEMPO DE AVANÇAR é uma plataforma politica que está constituída em torno do Partido o «Livre», a qusl pretende contribuir para “um compromisso das esquerdas” gerando “uma frente de alternativas” cujo objectivo é “participar na solução do país, numa proposta de governo”.
“A esquerda tem que convergir”, sublinhou Renato Carmo.
Sublinhou que esta é – “uma plataforma que transcende as várias organizações”.
Primárias abertas em todos os distritos do país
Recorde-se que a candidatura cidadã «Tempo de Avançar», conta com o apoio de quatro organizações políticas: LIVRE, Fórum Manifesto, Renovação Comunista e MIC-Porto.
“Estes são os primeiros passos para envolver mais pessoas”, referiu, acrescentando que a “candidatura cidadã” vai realizar «primárias abertas em todos os distritos do país”.
Estar contra a austeridade
Renato Carmo, sublinhou que está a decorrer o processo de elaboração do Programa tendo como referência “aprofundar as linhas programáticas da Convenção”.
“Criar uma alternativa concreta que possa ser Governo, participante nas decisões de mudança no país” referiu.
Salientou que no Programa – “em primeiro lugar” será “estar contra a austeridade”.
Sublinhou que há “uma revolta latente” na sociedade portuguesa que “precisa de ser transferida para a acção politica, tem que ser desoculta”.
Alternativa é possível, não é uma retórica
Renato Carmo defendeu a necessidade de se “fazer uma acção politica alargada”, porque “a alternativa é possível, não é uma retórica”.
Referiu que a criação da plataforma «Tempo de Avançar» é um exemplo “singular” e “já é uma grande conquista”.
“É preciso quebrar o ciclo vicioso que existe na sociedade e na economia”, disse.
Defendeu a necessidade de uma nova “politica de redistribuição”, tendo como base o aumento do salário mínimo nacional e uma nova politica fiscal.
“É difícil, não é fácil.É difícil, porque o problema deste país é termos uma disparidade do ponto dos rendimentos”, sublinhou.
Uma batalha muito desigual
Renato Carmo salientou que todo o trabalho que está sendo realizado pela Plataforma «Tempo de Avançar» é fruto de dedicação, de pessoas que têm as suas actividades profissionais e depois dedicam-se com “criatividade” todos os dias a construir “uma alternativa”.
“Não temos máquina por trás, esta é uma batalha muito desigual”, disse.













