Saltar para o conteúdo
Perspectivas

No concelho do BarreiroVai iniciar-se processo de «discussão dos critérios de Apoio ao Movimento Associativo»

. SPA – Sociedade Portuguesa de Autores – “não pratica os mesmos custos em todo o país”

. A autarca única mulher presente no Encontro

Hoje, na abertura do 4º Encontro de Colectividades do concelho do Barreiro, Sofia Martins, Vice Presidente da Câmara Municipal do Barreiro divulgou que a autarquia vai iniciar, até ao final de Maio, um processo de “discussão dos critérios de Apoio ao Movimento Associativo”.

3 min de leitura
No concelho do Barreiro Vai iniciar-se processo de «discussão dos critérios de Apoio ao Movimento Associativo»

Por Jornal Rostos

O 4º Encontro de Colectividades do concelho do Barreiro, está a decorrer hoje, durante todo o dia, nas instalações da União Desportiva da Vila Chã, na freguesia de Santo António.

Um suporte da identidade do Barreiro

A autarca salientou que este processo de discussão dos critérios do Movimento Associativo visa uma avaliação dos resultados e ajudar a construir um novo documento.
A vice presidente da Câmara Municipal do Barreiro, referiu a importância do Movimento Associativo na vida do concelho do Barreiro, o qual salientou é “um suporte da sua identidade”.

Valorizar a vida local

Sofia Martins, considerou importante a realização do Encontro do Movimento Associativo, quer para o Movimento Associativo quer para a Câmara Municipal do Barreiro, porque ambos desenvolvem acções que contribuem para valorizar a vida local – “se o Movimento Associativo não está bem, o Barreiro também não está bem”, sublinhou.

A autarca única mulher presente no Encontro

A autarca, no final da sua intervenção salientou o facto de ser – ela própria - a única mulher presente na sala.
Entretanto, é de referir que o representante da Confederação de Colectividades sublinhou que 40% dos dirigentes do Movimento Associativo ao nível nacional são mulheres.

Nenhum Delegado da SPA faz valores iguais

O representante da Confederação das Colectividades, lamentou que o Governo continue a aumentar as taxas sobre o Movimento Associativo.
Referiu que a SPA – Sociedade Portuguesa de Autores – “não pratica os mesmos custos em todo o país”.
“Nenhum Delegado da SPA faz valores iguais”, disse.
Recordou que no ano 2014, foram efectuados 27 mil pedidos de licenças à Confederação – para associações federadas e não federadas – que correspondeu a uma redução de custos para o conjunto dos pedidos na ordem dos 70%.

Representa 51% da Economia Social

Sublinhou a importância de ser reforçado o papel da Confederação das Colectividades de forma a que possa reforçar o seu papel e presença em estruturas de âmbito nacional.
Referiu que o Movimento Associativo representa 51% da economia do 3º Sector – Economia Social.
Na sua acção envolve a nível nacional 435 mil dirigentes e 4 milhões de portugueses.
Na sua intervenção referiu que opinião - “o Poder Central tem medo” deste movimento.

Movimento Associativo é autossustentado

Por outro lado, salientou que é preciso desmistificar essa “cara de subsidiodependência” que o Movimento Associativo tem no “nosso país”.
Revelou que num estudo efectuado a dependência das estruturas centrais e das autarquias é de 13%.
“O Movimento Associativo é autossustentado”, disse.
Recordou que em Portugal existem 31 mil associações.

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção