Barreiro - Associação dos Antigos Alunos da Escola NovaCedência de instalações na Verderena marca momento de viragem
Jorge Fagundes, presidente da Direcção, referiu que a associação conta actualmente com uma centena de associados, todos eles «jovens», “nas casas dos 70 e 80 anos”.
“Desejamos que associação tenha mais aderentes”, sublinhou Carlos Moreira, presidente da União das Freguesias de Alto do Seixalinho, Santo André e Verderena.

Por Jornal Rostos
Carlos Moreira, presidente da União das Freguesias de Alto do Seixalinho, Santo André e Verderena, sublinhou que - “no âmbito da colaboração que mantemos com o Movimento Associativo” este protocolo visa proporcionar um espaço para o funcionamento da Associação dos Antigos Alunos da Escola Nova do Barreiro (actual Escola nº 4 – Verderena).
Referiu que para além do espaço físico será proporcionado o “apoio administrativo” de forma que a associação possa dinamizar as suas actividades, que ao nível lúdico, quer para manter a relações com antigos alunos e com a escola.
“Desejamos que associação tenha mais aderentes”, sublinhou.
Associados nas casas dos 70 e 80 anos
Jorge Fagundes, presidente da Direcção da Associação dos Antigos Alunos da Escola Nova do Barreiro, recordou que a associação foi oficialmente fundada em Maio de 2013, contando actualmente com uma centena de associados, todos eles «jovens», “nas casas dos 70 e 80 anos”.
Referiu que a Escola Nova foi fundada em 1939, numa época em que apenas existiam duas escolas no Barreiro – a Escola Conde Ferreira e a Escola Seixas.
“Ainda temos como associados vários sobreviventes do ano da fundação, são cinco, dois deles com idades perto dos 90”, disse.
Aguardamos os rapazes e as raparigas dos anos 50
Jorge Fagundes, salientou que um dos objectivos da associação é que ela se perpetue, para tal, considera importante que novas gerações que frequentaram aquela escola possam fazer-se associados – “aguardamos os rapazes e as raparigas dos anos 50 e outros”.
Expressou o desejo que, agora, com este espaço físico, que veio “colmatar uma lacuna” da associação, sejam criadas condições para reunir e dinamizar novas actividades.
Uma escola que continua igual
Foi com emoção que recordou a Ti’Ofélia, um nome que marcou gerações da Escola Nova, num tempo que a mesma contava com 120 alunos de manhã e outros 120 alunos à tarde, e que a Ti’ Ofélia era suficiente para garantir um clima de animado e vivo ambiente entre alunos.
“Uma escola que continua igual aos tempos em que nela andámos”, disse.
Jorge Fagundes salientou que a asssociação, anualmente promove almoços de convívio entre antigos alunos e passeios, com a finalidade de manter as ligações e as amizades.
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