Rua da União une a cidade do Barreiro com a Baía do TejoVai nascer uma ampla alameda de espaços verdes>
. Ligar o Parque Industrial à cidade
Hoje, pela manhã, no auditório da sede da Baía do Tejo, no Barreiro, foi apresentado o projecto de requalificação da Rua da União e da sua área envolvente, onde vai nascer uma ampla Alameda, que irá contribuir para ligar o Parque Empresarial ao tecido urbano do centro da cidade.
A obra que deverá ter inicio em Janeiro de 2016, tem um custo na ordem de1,2 milhões de euros e um período de nove meses para execução.

Por Jornal Rostos
A Sessão Pública de Apresentação do projecto de requalificação da Rua da União, contou com a presença de Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Sofia Martins, vice presidente e Rui Lopo, vereador responsável pela área do planeamento, para além de entidades diversas do concelho.
Um modelo de desenvolvimento urbanístico
Sérgio Saraiva, do Conselho de Administração da Baía do Tejo, recordou que a intervenção que vai ser realizada na Rua da União, insere-se na visão estratégica de gestão do parque empresarial, sua requalificação e – “na estratégia do Arco Ribeirinho Sul”.
Referiu que os últimos tempos o Parque Empresarial do Barreiro tem registado um saldo positivo de empresas – “situação que é boa noticia para a empresa e para a situação económico do concelho do Barreiro”.
O Administrador da Baía do Tejo salientou as intervenções que têm sido realizadas na resolução de passivos ambientais históricos e as demolições de edifícios obsoletos, acções que integram uma estratégia de requalificação urbana e – “promoção de um modelo de desenvolvimento urbanístico equilibrado que contribua para a dinamização das atividades económicas e para a criação de emprego na região”.
Remoção de 2 Milhões de toneladas de cinzas de pirite
Referiu que a remoção e tratamento de passivos ambientais históricos, já deu origem à remoção de 2 Milhões de toneladas de cinzas de pirite, com base em candidaturas que envolveram 4 milhões Euros.
Sublinhou que vão ser apresentadas novas candidaturas no âmbito do Programa Portugal 2020.
No total em 2014 foram demolidos 8.000 M2 de edifícios obsoletos no Parque Empresarial do Barreiro .
Intervenções de requalificação urbana
Sérgio Saraiva, salientou as intervenções realizadas na Avenida das Nacionalizações, em parceria com a GALP e Câmara Municipal do Barreiro, obras que deverão estar concluídas em breve, assim como as obras realizadas no edificado, nas bancadas no antigo Campo de Futebol de Santa Bárbara, no Mausoléu de Alfredo da Silva e no Bairro de Santa Bárbara.
Ligar o Parque Industrial à cidade
Nuno Lourenço, arquitecto da empresa RISCO, apresentou o estudo prévio da Rua da União e arranjos exteriores da envolvente à Casa Museu Alfredo da Silva.
Referiu que o projecto é “um fragmento” de aspectos globais de requalificação do Parque Empresarial da Baía do Tejo, no Barreiro, sublinhando que – “é uma passo importante que se enquadra nas grandes ambições que têm sido discutidas ao longo de anos”, cuja finalidade é – “ligar o Parque Industrial à cidade histórica e contribuir para o Parque ser urbanizado”.
Dignificar a Casa Museu Alfredo da Silva
A intervenção de requalificação que vai ser realizada via permitir reperfilar a Rua da União e tornar acessível à população e dignificar a Casa Museu Alfredo da Silva, importante elemento do núcleo museológico da Baía do Tejo, e, simultaneamente, criar uma ampla e muito agradável zona de passeio público para uso da comunidade.
Uma praça urbana no espaço do antigo Posto Médico da CUF
No final da sessão, o jornal «Rostos», recordou que existe um “movimento de opinião” que defende a preservação do antigo Posto Médico da CUF e que nos projecto apresentado está prevista a sua demolição.
Esta situação foi analisada? –perguntámos.
Sérgio Saraiva, referiu que o edifício causa “um estrangulamento urbano” que impede que surja naquele local “uma praça urbana”.
Sublinhou que ali “vai nascer uma praça urbana de grande qualidade” que permitirá a ligação a uma intervenção artística de relevo que vai nascer na “rampa do sobe e desce”.
Salientou que não existe uma “ideia” para o uso do Posto Médico e que a sua eventual recuperação e manutenção tem custos elevados.
VER PROJECTO
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10153105116112681.1073742291.374205877680&type=3













