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Perspectivas

«Só os juros que pagamos da divida dava para construir, por ano, cinco pontes Barreiro- Lisboa»disse Francisco Lopes, candidato da CDU por Setúbal

. “É preciso impedir que haja maioria absoluta seja ela do PS ou do PSD/CDS”

Jerónimo de Sousa, hoje no Barreiro, no final da arruada, promovida pela CDU, sublinhou que vão ser alcançados os objectivos definidos – “a CDU a crescer com mais votos e mais deputados” e “a derrota da politica de direita do PSD/CDS retirando-lhes a maioria absoluta”.

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«Só os juros que pagamos da divida dava para construir, por ano, cinco pontes Barreiro- Lisboa» disse Francisco Lopes, candidato da CDU por Setúbal

Por Jornal Rostos

Foram alguns milhares de pessoas que integraram a «Arruada da CDU» que decorreu esta manhã no centro da cidade do Barreiro, neste último dia da campanha eleitoral para as eleições legislativas.
Carlos Humberto, salientou a importância de “dar mais força à CDU, com mais votos e deputados” para a lhe dar mais condições de acção “mais combativa”, porque “a luta vai até dia 4 de Outubro e para lá do dia 4 de Outubro”.

O lado certo da politica

Heloisa Apolónia, de «Os Verdes», sublinhou que esta iniciativa “foi uma grande arruada, uma grande manifestação de simpatia e apoio” que é “o reconhecimento pelo trabalho que realizámos” e uma “esperança na derrota da politica de direita”.
Recordou que os deputados eleitos pela CDU – “nuca traímos um voto, o que dizemos é o que fazemos”.
“É tempo de votar em nós e puxar este país para o lado certo da politica”, sublinhou.

Impedir que haja maioria absoluta

Francisco Lopes, primeiro candidato da CDU no distrito de Setúbal, referiu que – “é tempo de mobilização voto a voto” e “estar atentos aqueles para quem tudo vale, quer durante o dia de hoje, quer durante o dia de reflexão”.
“É preciso levar a cabo o esclarecimento para que ninguém falte”, sublinhou.
Recordou que os eleitos da CDU têm um percurso de luta de anos contra as politicas de desastre do governo PSD/CDS.
“É preciso impedir que haja maioria absoluta seja ela do PS ou do PSD/CDS”, afirmou.

Ponte Barreiro-Lisboa ficou para trás

Salientou as propostas politicas que ficaram para trás que eram importantes para o desenvolvimento do Barreiro, nomeadamente a construção da Ponte Barreiro –Lisboa.
“Dizem que não há dinheiro. Só os juros que pagamos da divida dava para construir, por ano, cinco pontes Barreiro- Lisboa”, disse.
Francisco Lopes lançou um apelo aos indecisos, recordando que podem contar com os eleitos da CDU.

Barreiro esteve à altura das suas tradições

Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP, agradeceu “a forma como fomos recebidos” a qual “demonstra que o Barreiro esteve à altura das suas tradições e que é uma terra da CDU”.
“Foi uma bela iniciativa que nos transmite um sentimento de confiança, o que sentimos nos vosso rostos foi a esperança”, disse.
Recordou que no dia 4 de Outubro vão ser eleitos 230 deputados para a Assembleia da República, que tem uma grande importância na definição de politicas, ali, os deputados da CDU poderão ser a voz que transmite “a vossa revolta e indignação” e a “garantia de lutar para que seja devolvido aos trabalhadores o que lhes foi roubado nos últimos quatro anos”.

As PME’s têm direito a uma vida digna

Jerónimo de Sousa, referiu que não há desenvolvimento económico, com as politicas de cortes de salários e pensões.
Assumiu que a CDU vai lutar pela revogação do «Pagamento Por conta» e pela alteração do IVA da restauração.
“As PME’s têm direito a uma vida digna”, sublinhou.
Referiu a importância de se defender o Serviço Nacional de Saúde, a Escola Pública e a Segurança Social.

Somos uma força de uma só palavra

“Somos uma força de uma só palavra e de uma só cara”, disse, acrescentando – “estamos no sitio certo, do lado certo, ao lado dos que sofrem o empobrecimento”.
Sublinhou que vão ser alcançados os objectivos definidos – “a CDU a crescer com mais votos e mais deputados” e “a derrota da politica de direita do PSD/CDS retirando-lhes a maioria absoluta”.
“Não nos venha dizer que temos que empobrecer, que dependemos de Bruxelas ou do FMI. Portugal é uma república soberana. A nossa força sois vós”, afirmou Jerónimo de Sousa.

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