Barreiro - Na apresentação do seu livro Amélia Militão afirmou«É o meu testemunho vibrante e apaixonado»
Na sua nota de abertura, Amélia Militão, afirmou que este seu livro – “é uma autobiografia”, de “uma segunda vida, deixou profundas marcas”.

Por Jornal Rostos
Sónia Lobo, vereadora da Câmara Municipal do Barreiro, na abertura sublinhou que satisfação da autarquia em receber mais um lançamento de uma obra de Amélia Militão – “a nossa Biblioteca fica mais rica”.
Referiu que a Biblioteca -”está aberta a todos, é uma casa de todos, é uma casa de cultura”.
Amizade que se manteve ao longo da vida
Amélia Militão, emocionada pelo momento que está a viver, principalmente pela presença de alguns bolseiros que com ela viveram a experiência na antiga URSS – “uma amizade que se manteve ao longo da vida”.
Agradeceu e reconheceu i apoio que sempre tem recebido da Câmara Municipal do Barreiro.
Na sua nota de abertura, afirmou que este seu livro – “é uma autobiografia”, de “uma segunda vida, deixou profundas marcas”.
“É o meu testemunho vibrante e apaixonado”, disse.
Amor – Luta – Acreditar
Helena Sardo, deu a conhecer as palavras do Prefácio da obra e António Sousa Pereira apresentou os seus sentimentos que retirou da leitura, sublinhando que este é um livro onde – “todas as palavras são construídas em experiências de vida.”
“Este romance de Amélia Militão, que vos convido a ler, é, de facto, a história de uma vida, de um fragmento de vida que marca uma vida, escreve-se em síntese, talvez, apenas com três palavras: AMOR, LUTA, ACREDITAR”, disse.
Falta escrever a história
Depois seguiu-se uma troca de opiniões e comentários, emergentes da apresentação da obra, a propósito da URSS e o “significado histórico” do seu legado para a humanidade.
Um bolseiro recordou que – “não há sociedade perfeitas e sobre a URSS muitas poucas pessoas conhecem o que de bom ali existiu, pois só contam as coisas piores”.
“Falta escrever a história e acima de tudo falta interpretar a história”, foi salientado.
Foi sugerido que o Barreiro abrisse as portas da Biblioteca Municipal do Barreiro para proporcionar um encontro, ao nível nacional, dos bolseiros que estudaram na URSS, foram mais de 200.
Termos um mundo melhor
Sónia Lobo, a encerra a sessão, salientou que nos tempos actuais é essencial “olhar os tempos que vivemos” e mobilizar o “contributo de cada um para termos um mundo melhor”.
Recordou que muitos jovens estão a abandonar o nosso país porque aqui não encontram estabilidade de vida.
“O nosso país tem uma longa história, alguma já contada mas há, ainda, muita história por contar e construir”, sublinhou.













