Edgar Silva, candidato à presidência da República no BarreiroGoverno está a seguir «caminho errado» na CP Carga
Mas, alertou para “casos que geram preocupação” nomeadamente o caso BANIF e as decisões relativas à CP Carga.

Por Jornal Rostos
Edgar Silva, sublinhou que estamos numa terra de “luta dos ferroviários” referindo a importância de se apostar no “desenvolvimento do sector ferroviário”.
O candidato à presidência da República considerou que – “é um caminho errado que o Governo está a seguir” no que diz respeito à CP Carga, o qual, “em nada é diferente do governo PSD/CDS”.
“Esta é a hora de travar com a linha de privatização da CP Carga”, disse.
Trabalhadores reconquistaram direito centenário
Edgar Silva sublinhou como positiva a medida de reposição do “direito histórico” da mobilidade dos trabalhadores ferroviários – “os trabalhadores reconquistaram esse direito centenário à mobilidade, para si e seus familiares”.
“O governo PSD/CDS usurpou esse direito histórico”, sublinhou.
Não podemos ficar de braços cruzados
O candidato referiu que “este é um tempo novo”, acrescentando que devem por essa razão “surgir politicas novas, de ruptura e de viragem”.
“Ninguém caia na ilusão que vão ser tempos fáceis, ninguém incorra no facilitismo”, disse.
“Não podemos ficar de braços cruzados à espera que caiam direitos, os direitos conquistam-se pela luta”, afirmou.
Salientou que para que hajam novas politicas é necessária “a nossa mobilização”.
Marca a ser consumida
Edgar Silva, sublinhou que a “direita quer colocar o seu candidato na Presidência da República”, quer “vender a Portugal um Presidente da República” e “impor à consciência como marca a ser consumida”.
“Quem vota Marcelo Rebelo de Sousa está a votar no mesmo que Cavaco Silva, Passos Coelho ou Durão Barroso”, referiu.
Nas nossas mão está o poder de decidir
"Somos despudorada e desavergonhadamente de esquerda. Não temos nada a esconder. Esta é uma candidatura do povo, dos trabalhadores, o que nos honra muito", afirmou Edgar Silva.
Na sua intervenção salientou que algumas televisões, querem vender a candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa como quem vende sabonetes.
Na sua intervenção referiu que o dia 24 de Janeiro é um dia de decisão - "É agora, no dia 24, que tudo se vai decidir, para que Abril possa triunfar na Presidência da República”.
“Nas nossas mão está o poder de decidir, nada está decidido”, sublinhou.
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