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Perspectivas

Paulo Morais, candidato à Presidência da República na Moita«A vida em Portugal é uma tortura fiscal»

Paulo Morais, candidato à Presidência da República, ontem à noite, no Moinho de Alhos Vedros, concelho da Moita, no decorrer de um debate tendo como tema: ´Desafio e Mudança´, afirmou que os portugueses estão sendo “extorquidos”, porque “pagam impostos como se vivessem na Dinamarca, onde pagam imposto para tudo, mas têm tudo, aqui é para os políticos”.

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Paulo Morais, candidato à Presidência da República na Moita «A vida em Portugal é uma tortura fiscal»

Por Jornal Rostos

O candidato à Presidência da República recordou que no Programa do MFA, nas suas linhas programáticas era o “combate e eficiente” para corrigir as politicas fiscais e o combate à corrupção.
Sublinhou que hoje, passados mais de 40 anos sobre o 25 de Abril – “A vida em Portugal é uma tortura fiscal” e não existe “uma estratégia global de combate à corrupção”.
Acusou os deputados eleitos no Parlamento, por diferentes forças politicas, do PS, PSD ao CDS/PP, de “fazerem negócios”, mantendo relações com empresas.
Afirmou que é preciso – “cortar a relação de negócio entre empresas e políticos”.

Em Portugal confisca-se zero

Lamentou que em Portugal não sejam confiscados os bens salientando que – “os poucos bens confiscado ficam a apodrecer”, nomeadamente os carros.
“Em Portugal confisca-se zero”, disse.

Avaliação de todos os grandes negócios do Estado

Neste contexto assumiu que se for eleito Presidente da República vai propor que seja criada – “uma Unidade de Missão que faça a avaliação de todos os grandes negócios do Estado nos últimos dez anos”, tedo por finalidade – “reavaliação e ver o valor justo dos negócios”, dando exemplo dos casos BPN/SLN, BANIF, privatização da EGF e Parcerias Publico-Privadas.
Paulo Morais, afirmou que o dinheiro que se pode recuperar – “dá para por as contas públicas em ordem”.
Na sua opinião Portugal não tem as suas contas em ordem porque é como uma casa onde – “as torneiras estão sempre abertas e a luz está sempre ligada”, e quando chegam as contas para pagar não há dinheiro.

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