Beatriz Nunes e Banda J.PAC a criatividade do BarreiroAssinalou no AMAC 20 anos de vida do Rotary Clube do Barreiro
A abrir o concerto a Banda J.PAC, uma banda barreirense, formada há cerca de dois anos, que desenvolve um trabalho criativo, com originais próprios, estando a preparar para breve a edição do seu primeiro CD.
Depois, na segunda parte do espectáculo a voz melódica e deliciosa de Beatriz Nunes, que também deu a conhecer originais de autores barreirenses.

Por Jornal Rostos
Ontem à noite, no Auditório Municipal Augusto Cabrita realizou-se um espectáculo com Beatriz Nunes e a Banda J.PAC, integrado nas comemorações do 20º aniversário do Rotary Clube do Barreiro.
Uma iniciativa que para além de assinalar os 20 anos de vida dos rotários barreirenses destinou-se a angariar fundos para a Campanha do Rotary Internacional, com o objectivo de erradicar a polio de todo o mundo.
Uma banda de originais em português
A abrir o concerto a Banda J.PAC, uma banda barreirense, formada há cerca de dois anos, que desenvolve um trabalho criativo, com originais próprios, estando a preparar para breve a edição do seu primeiro CD.
A Banda composta Por J. Pacheco, João Costa, Miguel Nuno e Beto Monsanto, deu a conhecer diversos trabalhos originais, proporcionando um concerto de pop rock que, em diversos momentos, galvanizou a plateia.
De referir que as músicas e letras são de autoria de J. Pacheco, vocalista da banda que respira juventude por todos os poros.
Os temas escutados, marcados de ritmo, eram marcados por letras que tinham por objectivo alertar para tema de actualidade – o racismo, a emigração, o desemprego, as dependências, o fado com património imaterial da humanidade.
Todos somos irmãos
Sem dúvida uma banda que marca o seu trabalho pela originalidade, por causas e canta a nossa língua, essa língua que nos diz – “todos somos irmãos e filhos do mesmo mundo”.
“Uma viagem que é a vida e temos muito que lutar”, é esse o desafio e a proposta da Banda J.PAC.
Sentia-se o orgulho de, pela primeira vez subirem ao palco do AMAC – Auditório Municipal Augusto Cabrita.
No intervalo, alguns dos espectadores solicitavam aos elementos da Banda, que autografassem os bilhetes do espectáculo no AMAC – “agora é fácil falar com vocês aqui, quando começarem a ser famosos já não conseguimos”, diziam, num clima de amizade.
Beatriz Nunes uma voz melódica
Depois, na segunda parte do espectáculo a voz melódica e deliciosa de Beatriz Nunes, que também deu a conhecer originais de autores barreirenses, nomeadamente de Jorge Moniz e de Luís Barrigas, que a acompanharam, conjuntamente com Mário Franco, neste brilhante momento de ritmo, sonoridade e musicalidade que encantaram.
A voz de Beatriz Nunes enche-nos de ternura e faz-nos percorrer os sons por memórias do passado, do presente e sonhar futuro. Uma voz barreirense que é bem um exemplo da criatividade que brota desta cidade-concelho entre o Coina e o Tejo.













