Barreiro - Escola Álvaro Velho celebra 45 anosUma escola que é uma marca e uma referência pelas suas qualidades pedagógicas
Regina Janeiro, sublinhou que – “a missão da escola é dar o contributo para a “emancipação”, formando “homens e mulheres de corpo inteiro, saber ler, saber contar, saber escrever, mas também saber brincar, praticar desporto e ter cultura”.

Por Jornal Rostos
A Escola Álvaro Velho assinalou o seu 45º aniversário, numa noite que abriu as suas portas à comunidade escolar e para receber entidades.
Entre os presentes, referir Patricia Gaspar, Coordenadora Regional da Protecção Civil – recorde-se que a Escola Álvaro Velho foi a 1ª escola no país, a possuir certificação de Protecção e Segurança.
Ana Porfirio, presidente da União de Freguesias do Barreiro e Lavradio. Sérgio Saraiva, do Conselho de Administração da Baía do Tejo. Joaquim Raminhos, de Centro de Formação de Professores do Barreiro e Moita.
Um legado do concelho do Barreiro
Joaquim Nogueira, presidente do Conselho Directivo, referiu que – “45 anos é a idade de maturação, é a idade de saber feito”.
Recordou que a Escola Álvaro Velho, tem uma longa história, foi a primeira escola do Preparatório no concelho do Barreiro, foi a escola piloto da experiência de Veiga Simão, uma escola que assumiu ao longos dos anos a vivência do seu projecto de escola da democracia - “uma história que é um legado do concelho do Barreiro”.
Só abandona quem desiste do futuro
Joaquim Nogueira, referiu que celebrar os 45 anos de vida – “é celebrar as gerações de alunos e professores que fizeram esta escola. Uma escola que é uma marca e uma referência, sendo hoje procurada por muitas famílias, pelas suas qualidades pedagógicas”.
Sublinhou que neste 45 anos de vida na Escola Álvaro Velho há duas palavras que nunca fizeram parte do seu léxico, nem da sua cultura – “abandonar” e “desistir”.
“Só abandona quem desiste do futuro”, salientou.
Factor de coesão da comunidade local
Joaquim Nogueira, recordando as dificuldades dos tempos actuais, principalmente de nível económico, sublinhou a importância da escola como – “factor de coesão da comunidade local”.
“Somos continuadores de um legado histórico. Passar pela Escola Álvaro velho é uma experiência única e indelével, para professores e alunos”, sublinhou Joaquim Nogueira.
Uma escola muito nova
Regina Janeiro, vereadora da Câmara Municipal do Barreiro, responsável pela área da Educação, sublinhou que a Escola Álvaro Velho – “é uma escola muito nova, tem a minha idade, é nova. Nasceu antes do 25 de Abril, mas incorporou os princípios da Escola democrática pública”.
Recordou, a propósito do patrono da Escola – Álvaro Velho – a figura de José Caro Proença, que deu um importante contributo para colocar o nome de Álvaro Velho como referência na vida do Barreiro.
Crianças são todas iguais é numa sala de aula
Regina Janeiro, sublinhou que – “a primeira vez que as crianças são todas iguais é numa sala de aula”.
Referiu que a missão da escola é dar o contributo para a “emancipação”, formando “homens e mulheres de corpo inteiro, saber ler, saber contar, saber escrever, mas também saber brincar, praticar desporto e ter cultura”.
“A escola forma pessoas não tem que formar para o trabalho”, sublinhou.
“As crianças e os jovens são o coração da escola”, disse.
Os pais são o nosso principal parceiro
No decorrer da sessão foram homenageados pais pelo contributo que prestaram, com trabalho voluntário, na valorização do espaço escolar.
“Os pais são o nosso principal parceiro”, salientou Joaquim Nogueira.
Na abertura registou-se uma agradável presença do Grupo de Danças de Alhos Vedros e fo Grupo Batukeiros.
Foram projectados dois vídeos, um dedicado à história da Escola Álvaro Velho, outro a divulgar o Manuscrito de Álvaro Velho, obra classificada com património mundial da humanidade.
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