Orçamento Participativo Portugal no BarreiroIdeias do «catano» para promover ciência, cultura e comunicação…
Esta iniciativa do Governo visa a discussão e elaboração de propostas ao Orçamento Participativo Portugal» , no qual são disponibilizados um montante global de 3 milhões de euros.

Por Jornal Rostos
As propostas a avaliar serão apenas aquelas que forem apresentadas nas diferentes sessões que vão decorrer por todo o país até ao próximo dia 21 de Abril.
O encontro realizado no Barreiro, teve como base o modelo «Ignite», moderado pelo espirito dinâmico de Diogo que mais uma vez voltou ao Barreiro para motivar as intervenções.
“Estamos aqui porque unimos força, porque acreditamos no mesmo”, disse a abrir o encontro desafiando todos os presentes a subir à palete.
Comunicadores de Excelência
Francisco Dias, do Toastmasters, foi o primeiro a lançar ideias para o Orçamento Participativo – “criar comunicadores de excelência”.
Promover em colaboração com o Instituto de Emprego e Formação Profissional acções dirigidas a desempregados de forma a dar-lhes instrumentos de comunicação e liderança, essenciais para abrir caminhos na busca de emprego.
Educar para a mobilidade
Alexandra Silva, apresentou o seu projecto EDUMOB – Educar para a mobilidade, que já está sendo aplicado em duas escolas do país.
O objectivo é formar as crianças para a segurança rodoviária e formar técnicos nas áreas da mobilidade, contribuindo para a promoção de uma cultura de “sustentabilidade em todas as cidades”.
Ciência com instrumento de inclusão
Estes eram os únicos inscritos para participar, depois começou o desafio ao presentes – Quem tem uma ideia corajosa?
Catarina, aceitou o desafio e apresentou a sua proposta de «divulgação da ciência» e utilizar a ciência como instrumento de “inclusão na sociedade”, desenvolvendo programas direccionados para crianças com autismo – “divulgando as ciências” e “promovendo as ciências”.
Plataforma para promover o voluntariado
Seguiu-se a Raquel que respondeu ao desafio de quem tem “uma ideia do catano”, apresentando a proposta de criação de desenvolvimento de um modelo de voluntariado com raízes na implementação de uma plataforma on line.
A objectivo é “combater a solidão da 3ª idade” que normalmente só se desenvolve com raízes em instituições.
Combater o fogo com o fogo
Maria João, respondeu ao desafio de apresentar “um ideia verdadeiramente margemsulense”.
A sua proposta visa colocar a ciência ao serviço da prevenção de incêndios, tendo como base a gestão do “fogo frio” que, recordou, “é uma técnica ancestral” – “combater o fogo com o fogo”, articulando os conhecimentos científicos com o saber do pastor.
A finalidade do projecto é criar «Oficinas de Formação” que contribuam para desenvolver uma “estratégia eficiente” de utilização do «fogo frio».
Inclusão pela arte
Augusto Sousa, respondeu ao desafio de apresentar uma “ideia corajosa”, lançando o repto de serem dinamizadas “cumplicidades” que envolvam jovens, em situações de risco ou em a viver em zonas criticas, na aprendizagem da vida através das artes – teatro, música e produzindo espectaculos.
No caso do Barreiro, envolvendo entidades como a ADAO e a Escola Conde Ferreira, assim como artistas locais,
Desenvolver a história criativa de Portugal
E, após um período para recuperar energias, a sessão recomeçou com o desafio de apresentar uma ideia – “tu nunca pensaste nisto”.
O André aceitou o desafio e apresentou a proposta de promover uma nova forma de olhar e aprender a história.
O objectivo é, disse, “promover a história criativa” e “mudar o paradigma de ensino” tendo por base “ligar a história às pessoas”.
“Desenvolver a história criativa de Portugal”, disse.
Comunicação digital de proximidade
António Sousa Pereira, lançou como proposta a criação de criação de uma carrinha - «Biblioteca Gulbenkian» - dos novos tempos que equipadas de computadores e tabletes, pudesse ser utilizada para realização de reportagens e difusão da utilização de «comunicação digital» e leitura de livros via internet, combatendo o deficit digital nas zonas rurais e nos meios urbanos em parceria com colectividades.
O objectivo é promover “uma comunicação digital de proximidade”, disse.
Plantas como produção de energia
O David apresentou a proposta de implementação em espaços públicos de utilização de plantas como fonte de produção de enrergia e de iluminação de jardins e estradas com pouca iluminação.
Plataforma para barcos tradicionais
O Pedro, lançou o repto de criar um projecto para que a Estação Fluvial do Barreiro fosse a plataforma central de desenvolvimento da fruição do rio Tejo com a utilização de barcos tradicionais.
Foram ainda apresentados outras propostas que, não foi possível registar, por razões práticas relacionadas com o decurso do Encontro.
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