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Perspectivas

Será um «museu vivo» do património do rio do concelho da MoitaEm maio já existirá o novo ancoradouro no cais

. Cais vai permitir a atracagem de 22 embarcações tradicionais

. Olhar o rio como espaço de fruição

Rui Garcia, sublinhou que “no inicio da época navegável do rio, nós vamos ter na Moita o novo cais”, será no decorrer do próximo mês de Maio.
O novo cais terá um Regulamento de Utilização e a sua gestão será da responsabilidade do Clube Náutico Moitense.

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Será um «museu vivo» do património do rio do concelho da Moita Em maio já existirá o novo ancoradouro no cais

Por Jornal Rostos

Rui Garcia, presidente da Câmara Municipal da Moita, ontem à tarde, no decorrer da apresentação do novo ancoradouro do Cais da Moita, recordou que o processo – “teve a sua morosidade, para além de se construir o próprio projecto, foram necessárias um conjunto de autorizações de entidades que têm tutela sobre este território, sobre a zona de domínio hídrico. Nós já percorremos todo este caminho, que levou bastantes meses, e recebemos esta semana os pareceres finais favoráveis”.
O autarca salientou que a obra terá um custo de 150 mil euros. O mesmo vai ser objecto de apresentação de uma candidatura a fundos europeus.
“A obra vai avançar, se a candidatura for aprovada terá a comparticipação de 50%, caso contrário a Câmara assume o custo global da obra”, referiu Rui Garcia.
Por outro lado, referiu que o Concurso para a construção “já está a decorrer” e “estamos prontos a assinar o contrato para a construção”.

Cais vai estar concluído em Maio

O novo cais terá um Regulamento de Utilização e a sua gestão será da responsabilidade do Clube Náutico Moitense.
Rui Garcia, sublinhou que “no inicio da época navegável do rio, nós vamos ter na Moita o novo cais”, no decorrer do próximo mês de Maio.
O projecto foi apresentado sendo salientado que este tem como objectivo contribuir para a preservação de um dos valiosos patrimónios da Moita, que tem vindo a ganhar novos interessados.
O cais vai permitir a atracagem de 22 embarcações tradicionais e terá um lugar reservado a visitantes – “lugar de cortesia”.

Valorização do património da Moita

Foi referenciado que o ancoradouro irá permitir a visibilidade das embarcações tradicionais – “que ali estão expostas” – funcionado como museu vivo, sendo um factor de atractividade e de difusão do património local.
“Ter durante grande parte do ano barcos ali em exposição é um factor de valorização do património da Moita”, referiu Rui Garcia.

Uma visão do rio como espaço de fruição

No decorrer da apresentação, um elemento da Marinha do Tejo, salientou a importância deste projecto de ancoradouro, não só como local de atracagem das embarcações, mas por se enquadrar numa outra dimensão de olhar para o rio, que, normalmente, só é visto como espaço de contemplação, e, este cais vai permitir estimular uma visão do rio como espaço de fruição.

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