Moita - Nuno Cavaco, presidente da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira«Situação periférica tem que mudar».
“Esta situação periférica tem que mudar”, acrescentou o autarca.

Por Jornal Rostos
Ontem à noite, no Auditório do Fórum José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, realizou-se a sessão de tomada de posse dos novos autarcas da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, eleitos no passado dia 1 de Outubro.
A abrir a sessão Vanda Santos, da Assembleia de Freguesia cessante, sublinhou que o mandato que findou foi marcado pela extinção das freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, tendo sido criada a União de Freguesias – “uma extinção que foi má e mal feita”, disse.
Recordou as dificuldades criadas pela nova organização administrativa e que a mesma não contribuiu para melhorar as relações com a comunidade.
No final da sua intervenção, recordou os recentes incêndios que marcaram a vida do país, manifestando a solidariedade com todos os que viveram estes dramáticos acontecimentos, propondo um minuto de silêncio em memória das vitimas.
Foram empossados os novos autarcas que vão integrar a Assembleia de Freguesia e o novo executivo da Junta de Freguesia.
Os eleitos para a União de Freguesias da Baixa da Banheira da Banheira e Vale da Amoreira foram seguintes.
1 - Nuno Miguel Fialho Cavaco - CDU
2 - Daniel Ramos Justo - PS
3 – Jorge Marques da Silva - CDU
4 - Helena Cristina dos Santos Mira - CDU
5 - Luis Filipe Valentim Cerqueira - PS
6 - José Mestre Viera - CDU
7 - Paulo Alexandre Alfama Monteiro - BE
8 - Cátia Andreia dos Santos Nunes- PS
9 - Emilio Lopes de Pina Brazão Gonçalves - CDU
10 - Telma Cristina Cabrita Rocha - CDU
11 - Rachid Djaló - PSD
12 - João Renato Nita Profano - PS
13 - Rogério Paulo Gonçalves dos Santos - CDU
14 - Luís Ricardo Gonçalves Martins - PS
15 - Júlio Manuel Lampreia Neves Pinto - CDU
16 - António Jacinto das Dores - BE
17 - Vanda Luís Ribeiro dos Santos - CDU
18 - Antónia Maria Gato Pinto -PS
19 - Armando Fernandes e Castro - CDU
Após serem empossados realizou-se a primeira reunião da Assembleia de Freguesia, tendo sido eleito o executivo da Junta de Freguesia, com 13 votos a favor, um não e cinco abstenções: O executivo ficou com a seguinte composição::
Nuno Miguel Fialho Cavaco – Presidente
Jorge Manuel Marques Silva – Secretário
Helena Cristina dos Santos Mira – Tesoureira
Emilio Lopes de Pina Brazão Gonçalves – Vogal
Telma Cristina Cabrita Rocha – Vogal
Rogério Paulo Gonçalves dos Santos – Vogal
Júlio Manuel Lampreia Neves dos Pinto – Vogal
Os elementos eleitos para o executivo da Junta de Freguesia foram substituídos pelos elementos da lista da CDU imediatamente a seguir:
Ricardo José Mansidão Fernandes
Judite de Fátima de Freitas Dias
Rui Monteiro Afonseca e Cunha
Vitor Manuel Rodrigues Barata
Cândida de Lurdes Gomes Vinagre
Luciano Joaquim Fernandes Carreira
Maria Helena Alves da Conceição
De imediato procedeu-se à eleição da Mesa da Assembleia de Freguesia, tendo sido apresentada uma única lista, que obteve 11 votos favoráveis e 8 nulos. A Mesa foi eleita é composta por:
Presidente - José Mestre Viera
1º Secretário - Vanda Luísa Ribeiro dos Santos
2º Secretário - Maria Helena Alves da Conceição
Um exemplo da vida democrática
José Vieira, Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, sublinhou que todos os cidadãos eleitos são pessoas preocupados com a coisa pública e que procuram defender os interesses da freguesia.
Recordou que a composição da Assembleia permite que existam posições antagónicas e o funcionamento do órgão é um exemplo da vida democrática.
Situação periférica tem que mudar
Nuno Cavaco, presidente da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, reeleito, defendeu que a Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, têm que volta a ser de novo freguesias, porque com a extinção foram retirados eleitos e a democracia ficou enfraquecida.
O autarca sublinhou que a freguesia precisa de melhores serviços públicos.
Salientou que “estamos no final da autoestrada e no final da linha ferroviária”, acrescentando – “esta situação periférica tem que mudar”.
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