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Perspectivas

Palmela - «Saber que faz» e “Saber da investigação»«A Psicologia e a Memória» uma obra multidisciplinar que produz e acrescenta conhecimento

Fábio Bourscheid , no decorrer da apresentação da obra - Atas do Ciclo de Conversas "5as na Quinta" - "A Psicologia e a Memória", referiu o livro – “é uma obra multidisciplinar que produz e acrescenta conhecimento”.

Mara Rebelo, da Administração da Fundação COI, sublinhou que esta iniciativa contribui para “mostrar as boas práticas das IPSS’s e que estas são instituições com técnicos excelentes”.

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Palmela - «Saber que faz» e “Saber da investigação» «A Psicologia e a Memória» uma obra multidisciplinar que produz e acrescenta conhecimento

Por Jornal Rostos

A Fundação COI promoveu, hoje à tarde, no Pinhal Novo, concelho de Palmela, a sessão de apresentação do livro de Atas do Ciclo de Conversas "5as na Quinta" - "A Psicologia e a Memória".
O evento decorreu no Auditório do CLDS 3G Palmela.
O livro reúne as intervenções dos oradores que participaram nas quatro sessões e no seminário de encerramento, no decorrer das quais foram abordados os temas da memória e emoções, as falsas memórias nas áreas criminal e clínica, a memória no processo de aprendizagem e no envelhecimento humano, entre outros.
A apresentação do livro foi da responsabilidade de Fábio Bourscheid, que coordenou a organização deste ciclo de conversas que tiveram o seu inicio em Agosto de 2015.

«Memória» um tema desafiador

Fábio Bourscheid, salientou a filosofia que esteve por trás da realização deste ciclo de conversas, uma iniciativa que se pretendia diferente, tendo como estrutura para a sua realização uma equipa de trabalho de psicólogos da Fundação COI.
Foi definida a temática da «memória» por se considerar ser um tema desafiador para qualquer profissional, e, não só para o nível de psicologia, mas por ser interdisciplinar, referiu Fábio Bourscheid, e ser um bom tema para conversas.

Uma obra multidisciplinar

Foi um ano de conversas que depois culminaram num Seminário que teve como tema central o envelhecimento.
“Esta iniciativa foi um desafio e foi uma provocação”, referiu, porque era uma exigência para sublinhar que – “somos profissionais de uma área cientifica”, como tal existe o dever de perspectivar a necessidade de a actividade quotidiana não se desligar da ideia desenvolvimento ao longo da vida.
Recordou que o livro com o seu conjunto de textos das intervenções dos oradores das conversas – “é uma obra multidisciplinar que produz e acrescenta conhecimento”.

Saber que faz e saber da investigação

Mara Rebelo, da Administração da Fundação COI, salientou que a realização da iniciativa que conduziu à edição deste livro insere-se numa visão que aponta para a necessidade de se perspectivar para além da vertente profissional, ligando o trabalho no terreno à vertente teórica, juntar – “o saber que faz” ao “saber da investigação cientifica”.
“Com isto ganhamos todos. São olhares diferentes, troca de ideias que são sempre uma mais valia para todos os técnicos e para os investigadores”, disse.
Mara Rebelo, sublinhou que esta iniciativa contribui para “mostrar as boas práticas das IPSS’s e que estas são instituições com técnicos excelentes”.

Pensando e aprendendo uns com os outros

Fábio Bourscheid, recordou que o natural para este tipo de iniciativas era que decorressem em Lisboa, perto do meio académico.
De facto, não foi isso que aconteceu as conversas decorreram aqui, na margem sul, tendo como promotores os técnicos – psicólogos e outros - da Fundação que partilharam saber – teórico e prático –com investigadores convidados, e, desta forma ligando as práticas da vida ao aprofundar conhecimentos com debate de nível académico – “pensando e aprendendo uns com os outros”.

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