Nas cidades de Setúbal, Barreiro, Lisboa, Sines e Ponte de SorComunidade Académica do IPS conta com quase 7 mil pessoas
Pedro Dominguinhos, na sua tomada de posse para mais quatro anos como presidente do IPS, recordou que há quatro anos temia-se pela sobrevivência do Ensino Superior, devido à redução do financiamento.
Hoje, disse, os Institutos Politécnicos ganharam credibilidade e maturidade em Portugal.

Por Jornal Rostos
Pedro Dominguinhos, após tomar posse como presidente do IPS, para os próximos quatro anos de mandato (2018-2022) começou por apontar um caminho – “criar valor para a região”.
Recordou que agora que vai iniciar um ciclo, e, ao findar um ciclo de quatro anos, referiu que a actividade do IPS aumentou tendo sido criadas novas licenciaturas e mestrados.
Recordou que no ano 2014, existiam 5 mil alunos, tendo aumentado para 6 mil alunos no ano 2018.
Sublinhou que a comunidade académica do IPS corresponde a quase 7 000 pessoas, distribuídas pelos polos existentes nas cidades de Setúbal, Barreiro, Lisboa, Sines e Ponte de Sor.
Salientou que o número de docentes doutorados em quatro anos passou de média de 40% para uma média de 55%.
Docentes mesmo com cortes nos salários foram obreiros
O presidente do IPS, referiu que a comunidade académica está mais aberta e interessada.
Referiu que as transformações que se registaram foram possíveis pela qualidade de todos os docentes e não docentes, que “mesmo com cortes nos salários” foram obreiros de todas as conquistas.
Sublinhou que a gestão foi uma equipa coesa que apostou em servir o IPS.
Recordou as transformações que se registaram nas dinâmicas dos polos das cidades de Setúbal e Barreiro.
Parceiros relevantes nos sistemas regionais
Pedro Dominguinhos, recordou que há quatro anos temia-se pela sobrevivência do Ensino Superior, devido à redução do financiamento.
Hoje, disse, os Institutos Politécnicos ganharam credibilidade e maturidade em Portugal e são parceiros relevantes nos sistemas regionais.
O IPS não faltará à região
Pedro Dominguinhos apontou quatro objetivos estratégicos para o mandato 2018-2022: em primeira linha, defendeu a necessidade de aprofundar a qualidade que já é reconhecida; em segundo lugar, afirmar o IPS como centro prioritário do conhecimento e inovação; com terceiro vector estratégico, ser uma comunidade aberta e interessada, sendo um parceiro presente e relevante na região.
“O IPS não faltará à região”, disse.
Construção de um novo edifício para a Escola Superior de Saúde
O quarto objectivo estratégico, visa promover uma organização que se desenvolva com base numa governação inclusiva e sustentável. Recordou que o número de trabalhadores é escasso.
Apontou alargar a oferta formativa a novos cursos em áreas como Turismo, Aeronáutica, Marketing, Comunicação Digital ou Medicina Tradicional Chinesa.
Defendeu a necessidade de construção de um novo edifício para a Escola Superior de Saúde. Este, salientou, será o projeto que será a marca do seu novo mandato.
Segunda taxa de empregabilidade
Pedro Dominguinhos, na sua intervenção recordou a importância das relações com as empresas.
Destacou a capacidade de inserção dos diplomados do IPS, que, disse, tem a segunda taxa de empregabilidade mais elevada entre todos os institutos públicos.
Deixou um apelo à Associação Académica dos Estudantes para se uma voz própria e um parceiro activo.
A encerrar a sua intervenção, prestou uma homenagem à sua avó - "muito do que sou a ela o devo"", disse, profundamente emocionado, levando a plateia que enchia o auditório do Politécnico a saudar com um intenso aplauso.
"Estou Presidente", disse, acrescentando a sua vontade de colocar toda a sua energia neste empreendimento, de forma a contribuir para criar uma região mais competitiva, coesa e inclusiva.
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