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Perspectivas

Construção da Terceira Travessia do TejoBarreiro «um pólo ferroviário não apenas histórico, mas como pólo ferroviário de futuro»”

Francisco Lopes, candidato da CDU, recordou que a Câmara Municipal do Barreiro, liderada pela CDU, defendeu a relação da construção da ponte Barreiro – Lisboa, como essencial para que o Barreiro seja – “um pólo ferroviário não apenas histórico, mas como pólo ferroviário de futuro”

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Construção da Terceira Travessia do Tejo Barreiro «um pólo ferroviário não apenas histórico, mas como pólo ferroviário de futuro»”

Por Jornal Rostos

Francisco Lopes, cabeça de lista da CDU no Círculo Eleitoral de Setúbal, ontem à tarde, no Parque Catarina Eufémia, participou numa Tribuna Pública, tendo como tema a Terceira Travessia do Tejo.
O candidato da CDU salientou que ao longo dos anos sobre a construção da ponte de ligação do Barreiro – Lisboa, tem sido assumida “uma posição coerente e determinada” pela CDU, relativamente à exigência da construção da ponte rodo-ferroviária.

Estratégia de desenvolvimento do país

“Consideramos este projecto como uma questão que não pode ser apreciada, em si, apenas pela importância extraordinária que tem para o Barreiro, e apenas pela importância que tem para a Península de Setúbal e para a própria Área Metropolitana.
Nós inserimos, esta questão da ponte rodo ferroviária sobre o Tejo, na reflexão que temos sobre o país e sobre a Área Metropolitana, numa concepção estratégia de desenvolvimento do país, para um Portugal do futuro”, disse.

Recusa a falsa solução de manter o aeroporto atrofiado em Lisboa

Sublinhou que é importante encarar este projecto no âmbito da necessidade de apostar na produção nacional, numa lógica que- “cada vez mais é imprescindível produzir cá mais, para criar mais emprego, para ter menos importações”.
Salientou que a construção da Terceira Travessia do Tejo insere-se, igualmente, no aproveitamento das capacidades portuárias dos Portos de Lisboa e Setúbal, da Plataforma Logistica do Poceirão, e, da ideia do novo aeroporto de Lisboa no Campo de Tiro de Alcochete – “recusando essa falsa solução de manter o aeroporto cada vez mais atrofiado em Lisboa e de criar um apeadeiro aeroportuário na base Aérea do Montijo”, assim como, disse, “na aposta da ferrovia, na rede ferroviária para ligar estas várias vertentes”, pensando a ferrovia ao nível nacional.

Barreiro como pólo ferroviário de futuro

Defendeu a importância de implementação da Alta Velocidade Ferroviária, porque é um transporte de futuro e uma alternativa ao transporte de avião, de forma a que nosso país não fique para trás, comparativamente à europa e ao resto do mundo.
Recordou que a Câmara Municipal do Barreiro, liderada pela CDU, defendeu a relação da construção da ponte Barreiro – Lisboa, como essencial para que o Barreiro seja – “um pólo ferroviário não apenas histórico, mas como polo ferroviário de futuro”.

Estrangulamentos que existem nas duas pontes.

Francisco Lopes salientou, igualmente, a importância da Terceira Travessia do Tejo, no âmbito do planeamento do território da AML e na mobilidade.
Referiu que a região não pode continuar com os estrangulamentos que existem nas duas pontes.
“A terceira travessia como o modo ferroviário de passageiros permite, também, resolver esta capacidade de transportes, esta articulação, de uma forma completamente nova, criando até, possibilidades de circulação ferroviária utilizando a Ponte 25 de Abril, dando uma resposta de transporte de passageiros que, hoje, a 25 de Abril não dá completamente”, disse Francisco Lopes.
Recordou que não querendo privilegiar o transporte rodoviário individual, é importante que a terceira travessia tenha a vertente rodoviária, para apoiar o desenvolvimento do transporte colectivo.

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