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Perspectivas

No Palacete do cais em Alhos VedrosVai nascer o Museu Municipal da Moita

. Há muito para investigar no século XX

Rui Garcia, Presidente da Câmara Municipal da Moitas, no decorrer da sessão de apresentação do livro «Os Concelhos Ribeirinhos da Margem Esquerda do Estuário do Tejo e a Cidade de Lisboa nos Séculos XIV-XIX», de António Gonçalves Ventura, em Alhos Vedros, sublinhou que no antigo Palacete do Cais, vai nascer o futuro Museu Municipal do Concelho da Moita.

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No Palacete do cais em Alhos Vedros Vai nascer o Museu Municipal da Moita

Por Jornal Rostos

O edil salientou que “ter orgulho no passado” é “preservar a memória”, porque nela há caminho para construir o futuro.
Recordou que a preservação do património tem sido uma linha de acção da autarquia, contrariamente ao que referem alguns “espiritos irrequietos” que ficam mais irrequietos quando sentem que existem obras a decorrer com essa finalidade, dando o exemplo da intervenção que está em curso na Capela da Misericórdia de Alhos Vedros, com o objectivo de recuperar os azulejos e o altar, assim como as obras, assim como o Palacete do Cais, que será recuperado por fases, de forma a evitar a degradação do edificio, e, nesta acção em curso ali será instalado o Museu Municipal.
“O caminho faz-se caminhando”, salientou Rui Garcia.

Passado permite interpretar o presente e pensar o futuro

O Presidente da Câmara Municipal da Moita, sublinhou o contributo de António Gonçalves Ventura, que, como historiador, tem um conjunto de obras publicadas, e tem um conhecimento da história que é importante para o desenvolvimento da região, porque o conhecimento do passado permite interpretar o presente e pensar o futuro.
Rui Garcia salientou que a investigação histórica de António Gonçalves Ventura tem uma grande importância para divulgação da história do concelho e o papel do seu território ao longo dos séculos.

Há muito para investigar no século XX

O edil recordou que a autarquia institui um Projecto de Apoio à Investigação do Património e considera que “este nunca é um trabalho acabado”.
Referiu que já alguma investigação e obras publicadas que proporcionam conhecimento no âmbito dos séculos XIV, XVI e XVIII, e, acrescentou que “há muito para investigar no século XX”, períodos mais recentes, que é importante investigar, nomeadamente de actividades que deixaram marcas no território.
Rui Garcia, lançou o repto aos investigadores para que contribuam para o conhecimento desses períodos históricos.

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