Pedro Neto, Director da Escola Superior de Tecnologia do BarreiroExposição de Gabriela Gomes abre uma vertente cultural
Hoje, pela manhã, Pedro Neto, Director da Escola Superior de Tecnologia da Barreiro, no decorrer da abertura da primeira exposição de pintura na Biblioteca daquele estabelecimento de ensino, sublinhou que este evento é uma marca de qualidade e abre numa nova vertente cultural que se pretende ligue a ESTB à comunidade.

Por Jornal Rostos
Pedro Neto referiu que é importante que a vertente cultural enriqueça as actividades na Escola Superior de Tecnologia do Barreio, porque a criatividade é inspiração e estimula a vida escolar.
Sublinhou o seu desejo que futuras exposições promovam o conhecimento de mais talentos e se conheçam outras obras porque através da arte se comunica melhor.
22 obras de pintura e escultura
A primeira exposição que abre este capítulo de ligação da escola às artes, vai estar patente na Biblioteca da ESTB até ao próximo dia 29 de Abril.
Estão expostas 22 obras de desenho, pintura e escultura de Gabriela Gomes, com o tema – A VIDA DESENHADA – que proporcionam uma viagem pelas obras da engenheira Biológica, com doutoramento em Biotecnologia.
A pintura faz parte de mim
Gabriela Gomes no decorrer da visita à exposição proporcionou um encontro com as emoções, as motivações, que fizeram nascer cada trabalho, ou por razões intimistas, ou por contextos, recordações, ou meramente pelo desejo de experimentar diferentes técnicas.
“Pinto porque sinto necessidade de pintar, preciso de um escape”, disse, recordando que quando não pinta sente a falta da pintura, porque – “a pintura faz parte de mim, do que fui, do que sou e do que ainda virei a ser”.
A arte coloca nos olhos asas para voar
Num breve diálogo com Gabriela Gomes sentimos o calor humano que coloca nos seus quadros, fala de cada peça como quem mergulha num mar de tranquilidade, como quem sente que a arte coloca nos olhos asas para voar, na ternura do registo da sua filha criança, ou num beijo que se eterniza, como uma flor que nasce na Primavera.
Gabriela Gomes sente cada quadro como um momento de sua vida que, ali, na tela, perpetua nas cores que são um coração, para uns, ou uma maçã para outros, ou, num cérebro com memória cheia que precisa de ser penteado.
Uma exposição para ver e pensar, porque afinal, a arte é de quem a cria e depois passa a ser de todos que a partilham e nelas descobre – a vida desenhada.
S.P.
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