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Organização russa de direitos humanos Memorial - Prémio Nobel da Paz 2022Visitou Arquivo Ephemera no Parque Empresarial da Baía do Tejo Barreiro.

Hoje, pela manhã, uma delegação da organização russa de direitos humanos Memorial, Prémio Nobel da Paz em 2022, visitou os armazéns do Arquivo Ephemera, no Parque Empresarial da Baía do Tejo, no Barreiro.

Pacheco Pereira, da associação Ephemera, sublinhou a importância desta visita e referiu que a mesma irá dar frutos de cooperação entre a Ephemera e a Memorial.

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Organização russa de direitos humanos Memorial - Prémio Nobel da Paz 2022 Visitou Arquivo Ephemera no Parque Empresarial da Baía do Tejo Barreiro.

Por Jornal Rostos

A organização Memorial, fundada em 1987, recebeu o Prémio Nobel da Paz em 2022, pelo seu trabalho de destacar a repressão estatal soviética e russa.
A delegação da Memorial visitou os arquivos da Ephemera e realizou uma reunião de trabalho, no decorrer da qual procurou conhecer os objectivos do trabalho realizado pela Ephemera, assim como a importância de se preservar a memória, e conhecer diversos momentos da história de Portugal.
A delegação da organização russa de direitos humanos, nesta visita foi acompanhada por André Pinotes, Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro e deputado da Assembleia da República.

Efhemera está preservar a memória e está a defender os direitos humanos

Uma representante da representante da delegação, recordou que a associação Memorial ao longo dos seus anos de existência tem trabalhado na defesa dos direitos humanos e no preservar a memória e, disse, que a visita ao espaço da Ephemera, permitiu perceber - "que a Ephemera está a fazer a mesma coisa, está a preservar a memória e está a defender os direitos humanos"

Preservação da memória do Gulag

Pacheco Pereira, da associação Ephemera, sublinhou a importância desta visita e referiu que a mesma irá dar frutos de cooperação entre a Ephemera e a Memorial.
Recordou que o Memorial teve um papel muito importante na preservação da memória do Gulag, através da recolha de memórias desse acontecimento, com testemunhos e criando memoriais evocativos dessa memória.
"Para nós que tivemos 40 anos de ditadura há uma grande similitude naquilo que corresponde ao nosso trabalho do arquivo", disse Pacheco Pereira, reforçando que esta visita e reunião permitiu despertar "a curiosidade mútua".

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